Economia
Curva de juros tem leve inclinação, entre alta do dólar e queda em Treasuries
As taxas de juros negociadas no mercado futuro mostraram uma ligeira inclinação da curva na primeira hora de negociação, em um dia com potencial para apresentar volatilidade. O mercado doméstico se divide entre referências opostas nesta sexta-feira, 23. Por um lado, o dólar opera em alta moderada ante o real, o que sugere avanço das taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI). Por outro lado, há queda significativa dos retornos dos Treasuries nos Estados Unidos, um fator de influência para baixo.
Profissionais do mercado afirmam que o clima de cautela permanece, mesmo depois que o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, se pronunciou antes da abertura dos negócios, com o objetivo de conter ruídos e especulações em torno do imbróglio da elevação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que posteriormente teve pontos alterados.
Às 9h25, o DI com vencimento em janeiro de 2026 tinha taxa de 14,745%, ante 14,777% do fechamento de ontem e de 14,746% do ajuste. O DI para janeiro de 2029 projetava 13,600%, ante 13,720% do fechamento anterior e 13,584% do ajuste.
A taxa do DI para janeiro de 2031 estava em 13,86%, ante 13,89% do fechamento e 13,79% do ajuste.
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