Economia
Bolsas da Ásia fecham mistas, antes de CPI dos EUA e com fatores geopolíticos e técnicos
As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta quarta-feira, 12, à espera de novos dados de inflação dos EUA que podem influenciar a trajetória dos juros americanos e em meio a fatores geopolíticos e técnicos.
O japonês Nikkei caiu 0,81% em Tóquio, a 31.943,93 pontos, após a Coreia do Norte lançar um míssil balístico de longo alcance em águas entre o Japão e a Península Coreana. No começo da semana, os norte-coreanos protestaram pela suposta violação de seu espaço aéreo por um avião dos EUA.
Na China continental, os mercados também recuaram hoje, em um possível ajuste técnico, interrompendo dois pregões de ganhos. O Xangai Composto recuou 0,78%, a 3.196,13 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve baixa de 1,08%, a 2.030,77 pontos.
Em outras partes da Ásia, o tom foi positivo. O Hang Seng avançou 1,08% em Hong Kong, a 18.860,95 pontos, enquanto o sul-coreano Kospi subiu 0,48% em Seul, a 2.574,72 pontos, e o Taiex registrou ganho de 0,37% em Taiwan, a 16.962,03 pontos.
Investidores aguardam nesta quarta a divulgação de pesquisa sobre a inflação ao consumidor (CPI) dos EUA, que, segundo analistas, deverá mostrar nova desaceleração, abrindo o caminho para o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) ser mais contido em futuras elevações de juros.
Na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul pelo segundo dia consecutivo, impulsionada por ações de grandes empresas. O S&P/ASX 200 avançou 0,38% em Sydney, a 7.135,70 pontos. *Com informações da Dow Jones Newswires e Associated Press.
Mais lidas
-
1TECNOLOGIA MILITAR
Revista americana destaca caças russos de 4ª geração com empuxo vetorado
-
2TECNOLOGIA
Avião russo 'Baikal' faz voo inaugural com motor e hélice produzidos no país
-
3VIDA SILVESTRE
Médico-veterinário registra nascimento e primeiros dias de filhotes de tucanuçu
-
4EQUILÍBRIO MILITAR
EUA manifestam preocupação com avanço da aviação embarcada chinesa
-
5ENERGIA NUCLEAR
Financiamento nuclear do BRICS liderado pelo Brasil pode reequilibrar acesso a tecnologias