Economia
Davos: Japão está pronto para liderar um novo tipo de capitalismo, diz Kishida
O primeiro-ministro japonês, Fumio Kishida, afirmou que o Japão está pronto para liderar um novo tipo de capitalismo. De acordo com Kishida, a mudança da sociedade japonesa vai incluir a transformação verde e digital. “Os setores privados e públicos vão trabalhar para que o Japão atinja a neutralidade de carbono. A pandemia mostrou como estamos atrasados em digitalização, vamos investir em fibras ópticas para nos prepararmos para um processamento de dados mais rápido, já que os sistemas atuais precisam ser melhorados”, afirmou durante o Fórum Econômico Mundial.
O primeiro-ministro também destacou que vai focar em três agendas durante sua administração: superar a covid-19; reviver a economia japonesa a partir de uma nova forma de capitalismo e investir em uma nova forma de diplomacia.
Fumio Kishida, afirmou também que a economia japonesa seguiu três pilares até agora: política monetária acomodatícia, expansão fiscal e estratégias de crescimento. “A economia japonesa não está mais em uma situação de deflação e expandiu a participação de mulheres no mercado de trabalho”, disse.
Nesta terça-feira, o Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês) decidiu, por 8 votos a 1, manter sua política monetária, com a taxa de depósito em -0,1% ao ano e a meta de juros do título público (JBG) de 10 anos em torno de 0%, sem estabelecer limites de compras de ativos para chegar a esse objetivo.
Autor: Letícia Simionato
Copyright © 2022 Estadão Conteúdo. Todos os direitos reservados.
Mais lidas
-
1DEFESA ESTRATÉGICA
Estados Unidos testam míssil intercontinental Minuteman III com sucesso
-
2ALERTA METEOROLÓGICO
Litoral de SP pode registrar em poucas horas chuva prevista para o mês inteiro
-
3FUTEBOL
Finalista do Campeonato Alagoano, CRB arrecada mais de 600 kits escolares durante a competição
-
4VESTIBULAR USP
FUVEST: como se preparar desde já para ser aprovado
-
5DENÚNCIA NA PGR
Deputado do Novo protocola notícia-crime contra Moraes e esposa por suposto envolvimento no caso Master