Cultura Pop
Gabriela Medvedovsky reage à fã que tatuou o casal Loquinha: 'Mentira!'
Marcella Melo, fã que tatuou o casal, estava ansiosa para que a atriz visse o desenho
Se Marcella Melo, fã que tatuou o casal Loquinha, tinha dúvidas sobre como seria a ocorrência de Gabriela Medvedovsky, intérprete de Juquinha em “Três Graças”, ao ver a tatuagem, agora ela já sabe.
Durante um evento no Rio de Janeiro, uma amiga de Marcella mostrou à atriz a reportagem do Extra sobre o desenho, e Gabriela se surpreendeu com a homenagem.
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'Coração acelerada':
“A Marcella pediu para você mostrar a tatuagem que ela fez e que saiu no Extra”, disse uma fã ao entregar o celular à atriz. Sem acreditar no primeiro momento, Gabriela reagiu: “Mentira!”.
Veja o momento da reação
Uma tatuagem
Em entrevista ao Extra, a paulistana contou que decidiu fazer uma tatuagem para ser uma grande admiradora de Lorena (Alanis Guillen) e Juquinha (Gabriela Medvedovsky) e por se sentir representada pelo casal.
— O enredo de Loquinha foi muito representativo para a comunidade LGBT+. Foi tudo muito bem desenvolvido, com uma história construída desde o começo, mostrando uma filha de um pai conservador que precisou lutar para ser aceita. Foi um casal que fez muita gente voltar a acreditar no amor, acompanhando desde o primeiro beijo até o primeiro abraço. E, por ser em horário nobre, com certeza abriu a mente de pessoas mais velhas — contorno.
Satisfeita com o resultado, a noveleira diz que, ao olhar para o desenho, enxerga amor, carinho, reciprocidade e até a esperança de viver, no futuro, um romance parecido com o do casal.
Sobre as críticas que recebeu ao compartilhar a tatuagem nas redes sociais, Marcella afirma preferir focar nas opiniões positivas, mas lamenta os ataques à sua personalidade e os comentários de teor capacitista.
— O corpo é meu. Fiz uma tatuagem com total consciência. Acho que, antes de tudo, a gente tem que pensar em ser feliz. Estou bem resolvido, com a terapia em dia e muito feliz. Os comentários que mais me incomodam são os capacitistas. Uma menina, por exemplo, me chamou de autista. Acho isso uma falta de respeito não só comigo, mas também com pessoas neurodivergentes — desabafou.
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