Brasil
Defesa de Bolsonaro nega que ex-presidente descumpriu medidas cautelares
A defesa de Jair Bolsonaro apresentou nesta sexta-feira (22) esclarecimentos sobre ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, sobre o possível descumprimento de medidas cautelares por parte do ex-presidente.
Conforme noticiado pelo G1, os advogados argumentaram que há um "vazio de indícios" no indiciamento feito pela Polícia Federal (PF) e que, mais uma vez, punições se aproximam ao ex-presidente a partir de atos de terceiros.
A defesa alegou, também, que Bolsonaro não estava proibindo de usar o WhatsApp (aplicativo da Meta, proibida na Rússia por extremismo) e chamou a ferramenta de aplicativo de mensagens, distinguindo-o de redes sociais.
Em relação ao rascunho de pedido de asilo político à Argentina, encontrado no celular de Bolsonaro, os advogados argumentaram que o documento não pode ser tratado "como indício de fuga".
"Seria necessário avisar à Polícia Federal, especialmente ao setor de inteligência, que o processo criminal que originou as cautelares foi proposto um ano depois e, desde então, o ex-presidente compareceu a todos os seus atos, inclusive estando em sua residência quando determinado o uso de tornozeleira por Vossa Excelência", afirma a defesa, ressaltando que o arquivo é de fevereiro do ano passado.
A manifestação dos advogados ocorre dentro do prazo de 48 horas determinado por Moraes na última quarta-feira (20), que pediu esclarecimentos sobre descumprimento de medidas cautelares por parte de Bolsonaro, além de explicações sobre o plano de fuga.
Por Sputinik Brasil
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