Brasil
Carlos e Eduardo Bolsonaro devem depor sobre atos antidemocráticos
A Polícia Federal (PF) intimou o vereador Carlos Bolsonaro e o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filhos do presidente Jair Bolsonaro, a deporem como testemunhas no inquérito do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga a organização de atos antidemocráticos.
A Procuradoria-Geral da República (PGR) do Brasil já havia se manifestado contra a audição dos dois, alegando não existirem indícios do envolvimento deles nas manifestações e que os depoimentos não seriam fundamentais para a apuração do caso. Porém, a PF manteve sua posição.
O inquérito foi aberto em abril, por determinação do ministro do STF Alexandre de Moraes e a pedido da PGR, para apurar quem organizou e financiou manifestações contra a democracia no país, que pediram o fechamento do Supremo e do Congresso e um golpe militar para manter Bolsonaro no poder, o que é inconstitucional.
A polícia já cumpriu vários mandados de busca e apreensão nas residências de aliados de Jair Bolsonaro, com a intenção de obter provas sobre a organização e o financiamento dos protestos.
Entre os alvos das ações policiais estavam dez deputados federais, um senador e diversos outros apoiadores do presidente, como empresários, blogueiros e youtubers, como o blogueiro Allan dos Santos, o marqueteiro Sérgio Lima e o empresário Otávio Fakhoury.
Os investigadores consideram que aliados políticos de Jair Bolsonaro usaram dinheiro público para financiar atos antidemocráticos. O inquérito está a cargo da PF e é sigiloso.
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