Brasil
PF cumpre sexta fase da Operação Lava Jato no Rio
A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (22) 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano. A ação faz parte da sexta fase da operação.
Todos os mandados estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro. As medidas foram requeridas à 13ª Vara Federal de Curitiba pelos integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal, em conjunto com a PF. O mandado de condução coercitiva é para que a pessoa seja ouvida em depoimento, mas não presa. Depois de ser ouvida, ela é liberada imediatamente.
A Operação Lava Jato tem por objetivo desarticular organizações criminosas envolvidas em esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar R$ 10 bilhões em diversos estados. O principal envolvido é o doleiro paranaense Alberto Youssef, mas depois outros nomes foram surgindo, como o do ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele é considerado suspeito de receber propina de Youssef para facilitar negócios na estatal.
De acordo com a Polícia Federal, o ex-diretor da Petrobras cumpre prisão preventiva desde 11 de junho em presídio do Paraná, expedida para prevenir o risco de fuga. A Polícia Federal (PF) cumpre hoje (22) 11 mandados de busca e apreensão e um mandado de condução coercitiva em continuidade à Operação Lava Jato, deflagrada no dia 17 de março deste ano. A ação faz parte da sexta fase da operação.
Todos os mandados estão sendo cumpridos no Rio de Janeiro. As medidas foram requeridas à 13ª Vara Federal de Curitiba pelos integrantes da força-tarefa do Ministério Público Federal, em conjunto com a PF. O mandado de condução coercitiva é para que a pessoa seja ouvida em depoimento, mas não presa. Depois de ser ouvida, ela é liberada imediatamente.
A Operação Lava Jato tem por objetivo desarticular organizações criminosas envolvidas em esquema de lavagem de dinheiro suspeito de movimentar R$ 10 bilhões em diversos estados. O principal envolvido é o doleiro paranaense Alberto Youssef, mas depois outros nomes foram surgindo, como o do ex-diretor de Refino e Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa. Ele é considerado suspeito de receber propina de Youssef para facilitar negócios na estatal.
De acordo com a Polícia Federal, o ex-diretor da Petrobras cumpre prisão preventiva desde 11 de junho em presídio do Paraná, expedida para prevenir o risco de fuga.
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