Marta Martyres completa 30 anos no rádio alagoano
Na sexta-feira (16) completou 30 anos que a radialista Marta Martyres, uma das vozes mais bonitas do rádio alagoano, além de bem informada, vem trabalhando no rádio de Alagoas. Em 16 de outubro de 1985, iniciava sua saga (no passado, nome dado pelos romanos às bruxas e feiticeiras e que no século XX passou a significar, também, uma narrativa, uma história, uma sequência de acontecimentos fecundos em incidentes). Então, nenhuma palavra mais adequada para definir minha trajetória no rádio. A convite do saudoso Arivaldo Lopes, ela iniciou sua carreira na pioneira do interior de Alagoas, a Emissora AM Rio São Francisco, como comentarista do programa Tribuna Eletrônica, apresentado pelo companheiro Luiz Carlos, que anos mais tarde veio trabalhar com ela na Penedo FM e onde, ainda hoje, divide a responsabilidade de levar a informação ao nosso povo, com os programa “Lance Livre” e “Vida Real”. Depois, conquistou seu próprio programa, o “Palavra de Mulher”. Teve uma breve passagem na Rádio AM 710 em Maceió e a oportunidade de trabalhar na implantação de outras emissoras no interior do estado, em Delmiro Gouveia e União dos Palmares, com um grande incentivador da minha carreira, o deputado federal e amigo Albérico Cordeiro(PTB), de saudosa memória! Marta Martyres entrou no ar, no dia de seu aniversário, para apresentar o programa jornalístico de número 6.067 na Rádio Penedo FM, onde se encontra nos últimos 25 anos, e onde faz parte de uma equipe que supera dificuldades e vence obstáculos para fazer o bem. Por isso, suas palavras são de agradecimento por tudo o que o rádio lhe proporcionou e aos companheiros de rádio, professores e personagens que foram referência em sua vida. “Com ele, o rádio, para onde fui levada ainda criança, por José Abílio, para declamar poesias nos programa de auditório, tenho um caso de amor que não é fictício, imaginário ou enganoso, porque é amor pelas pessoas e pela justiça”. E disse ainda: “Até agora não encontrei nenhuma forma mais especial de ser útil do que prestando serviço à sociedade através dos microfones, lutando por mudanças quando necessárias e sempre por dias melhores, mesmo que às vezes seja preciso enfrentar as incompreensões dos que não querem aprender com as críticas e nem participar do debate sério e construtivo”. E concluiu, a radialista Marta Martyres: “Eu tenho muito orgulho de fazer parte dessa história".
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