STF prorroga investigações na Lava-Jato contra Renan
O ministro Teori Zavascki, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a prorrogação por mais 60 dias das investigações referentes a doze inquéritos da Lava-Jato, com onze suspeitos de terem participado do esquema de desvios da Petrobras. Entre os investigados nessa situação estão o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), os senadores Edison Lobão (PMDB-MA) e Humberto Costa (PT-PE), além do deputado José Mentor (PT-SP).
A decisão foi tomada a pedido do procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Na visão do procurador-geral, as prorrogações são necessárias, porque as apurações ainda estão em fase inconclusivas – ou seja, não é possível avaliar se é o caso de apresentar denúncia contra os investigados, ou se é preciso arquivar os inquéritos por falta de provas suficientes para justificar a abertura de uma ação penal.
Os inquéritos foram abertos no início de março e já tiveram prorrogação de 60 dias no prazo de investigação por duas vezes. Agora, as apurações vão até 3 de novembro. Quando o prazo terminar, Janot poderá apresentar denúncia contra os investigados ou mandar arquivar os inquéritos, por falta de provas. Há ainda a possibilidade de pedir mais uma prorrogação nas investigações, se elas ainda não tiverem sido concluídas.
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