Revisionismo seletivo
09/02/2026
É coisa de quem não tem o que fazer essa história inventada, em nome dos “direitos humanos”, de sair mudando nomes de pessoas homenageadas, algumas desde o século passado. Criam barulho, promovem constrangimento às famílias e não produzem qualquer efeito concreto além da provocação ideológica. Mudar o nome da Avenida Fernandes Lima é discurso demagógico
A população continuará chamando pelo nome que aprendeu desde sempre. Foi assim com a antiga Avenida Amélia Rosa: mudaram na placa, mas não na memória popular. A cidade não se apaga por decreto.
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