Vitor Pereira
A mais ingrata função no núcleo de um governo, não deveria ser dada a alguém do qual o governador goste, mas infelizmente tem que ser assim, por razões óbvias. Tenho visto na imprensa local e políticos, que estão longe de compreender “os ossos do ofício”, críticas ao secretário de governo, Vitor Pereira.
O talentoso jovem advogado, dourando em Ciência Política conhece bastante de administração pública e o principal: é amigo de extrema confiança do governador Paulo Dantas.
Vejo em Vitor a minha figura no governo Guilherme Palmeira (mesmo sem ser secretário de estado). A seu convite me dispus a “cuidar e preservar sua vida pública”. Audiência de deputado, secretários e diretores de autarquias era comigo. Quando queria dar uma bronca em alguém o fazia pessoalmente ou mandava que eu fizesse, quando queria demitir, a mesma coisa. Metade da Assembleia me criticava, boa parte do secretariado também. As opiniões não me incomodavam, até porque sabia da confiança em mim depositada. Em nossos finais de experiente, ao ficarmos a sós, ele me contava todas as queixas e ainda dava os nomes, aí riamos muito. – Ele respondia sempre aos “acusadores’ - “vou falar com ele, mas é o jeito do Pedro”.
Vitor tem hoje, com uma maior dimensão de gerenciamento, a ingrata função de “para-choque” do governador e dou-lhe esse conselho: mantenha sua lealdade a Paulo Dantas, faça o melhor para resguarda-lo e ponto.
Como dizia Ibrahim Sued (1924-1995) “Os cães ladram e a caravana passa”.
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