O começo do fim da Lava Jato
A cada dia se evidencia que o procurador Augusto Aras, chegou ao cargo máximo do Ministério Público fruto de uma poderosa trama com o principal objetivo: acabar com a Operação Lava Jato. Uma real ameaça para políticos corruptos, responsável pelo desmantelamento da maior quadrilha da história política brasileira, se encaminha para um final melancólico, diante aos olhos de um país apático e abatido pelo desânimo.
Esta semana o ministro responsável pelas decisões do STF durante o recesso do tribunal, Dias Toffoli, mandou a Lava Jato compartilhar seus arquivos com a PGR, determinou o arquivamento de 3 investigações motivadas pela delação de Sergio Cabral e proibiu a PF de fazer uma operação de busca e apreensão no gabinete do senador José Serra. Sinais dos tempos novos e sombrios.
O entendimento de Toffoli transforma o Congresso em território livre e imune, uma espécie de templo sacrossanto onde os parlamentares podem ocultar provas, com a segurança de que seus gabinetes, além deles mesmos, serão protegidos pelo instituto do foro privilegiado.
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