O inferno de Sergio Moro
O ex-juiz e ex-ministro e “ex-herói” Sérgio Moro deve se arrepender amargamente dos piores “negócios” feitos em sua vida, antes cantada em prosas e versos em meio a sua consagração nacional: deixar a magistratura e aceitar o convite para ser ministro da Justiça, como moeda de troca para alcançar uma Vaga no Supremo Tribunal Federal.
Não bastasse a ação movida dentro do Tribunal de Contas da União o acusando de burlar a sua obrigatória quarentena de seis meses sem trabalhar depois de sair do cargo (é colunista da revista Crusoé), um grupo de renomados juristas foi formado com o objetivo de prejudicar seus projetos futuros.
Ele não terá vida fácil na planície, diz Marco Aurélio de Carvalho, um dos fundadores do “Prerrogativas”, grupo de WhatsApp que reúne profissionais do direito, entre eles vários que entraram em confronto com ele na Lava Jato.
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