Um sopro de esperança
Daqui a alguns dias o país inicia uma nova fase institucional com a posse do presidente Jair Bolsonaro. Independente da vontade dos que lhe fazem oposição, das manifestações da esquerda que foi derrotada, do histerismo vermelho que vai “perder a boquinha”, torna-se o presidente de todos os brasileiros. Chega empunhando a bandeira de ultra direita em defesa de um “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos” chancelada por mais de 57 milhões de votos. O país apostou em uma mudança radical mandando para o lixo a escória da política brasileira que durante 14 anos implantou uma “ditadura da corrupção” com a maior organização criminosa da história da República.
Certeza de um futuro para ser comemorado? Jamais! O futuro presidente montou um governo de técnicos e “generais” se negando a ceder indicações fisiológicas a partidos políticos para formação de uma base de apoio. Fez o que prometeu, mas até quando conseguirá manter essa distância da podridão política parlamentar? Seu primeiro escalão conta com civis e militares altamente credenciados para os cargos que ocuparão, resta saber como e até quando conseguirão evitar o nefasto “toma lá da cá”?
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