Secretário de JHC pode deixar gestão em meio à crise interna e escândalo do Banco Master
Desde a semana passada há um "zum zum zum" de que o secretário de Finanças de Maceió (Sefaz), João Felipe Borges, estaria se preparando para deixar a pasta que comanda na capital alagoana
A história sempre se repete: “dono” do dinheiro do Executivo da capital alagoana tem, inclusive, prejudicado alguns colegas da gestão pelo não repasse do orçamento.
Isso porque algumas Secretarias Municipais "trabalham no vermelho" – financeiramente falando – sem cumprir os compromissos com fornecedores que esperam os pagamentos por serviços que já foram realizados em 2025 (e não receberam).
Outrossim, a resposta também é a mesma: ao bater na porta do secretário (maioral e grandioso pelo cargo) recebe uma resposta inusitada: “não tem previsão”.
Não é à toa que Felipe Borges - oriundo do Rio de Janeiro - se tornou alvo de críticas internas e pelos corredores da Prefeitura de Maceió com sua atuação que vem sendo considerada 'centralizador'.
Fiel escudeiro do prefeito João Henrique Caldas, o JHC (PL), o secretário de confiança pode deixar a gestão diante de crise interna e, principalmente, após o escândalo do Banco Master no IPREV Maceió. Por que? Cenas dos próximos capítulos. É o que dizem!
Para além disso, medidas tomadas na pasta do orçamento municipal estão gerando desgastes até entre os titulares de outras áreas. Há um grande impacto financeiro em acúmulo de dívidas com fornecedores e que precisam da liberação de pagamentos que dependem - exclusivamente - do exímio secretário.
Porém, administrando com 'mãos de ferro' o dinheiro público, João Felipe é uma peça até "difícil de se reunir" para tratativas referentes às pastas municipais. Nos corredores do Executivo, a cantilena é repetida qaundo afirmam que estão "esperando a Sefaz liberar ou secretário assinar" e ou "não me reuni com o secretário [Finanças]" - quando o asssunto é finanaças municipal (pagamentos).

Tanto que a imprensa local, bem como, o Blog Kleverson Levy, vem sendo procurado frente a morosidade dos pagamentos de serviços prestados e não pagos aos fornecedores. De fato, gerando vários desgastes pessoais, políticos e externos para o prefeito JHC e aos "parceiros" do Poder Executivo municipal.
Fontes fidedignas deste jornalista revelaram - ainda - que até aliados do "Tio J" já demonstram insatisfações há tempos, avaliando que decisões tomadas por João Felipe são feitas, claro, sob autorização de quem manda. Quem?
Outrossim, via bastidores, dizem até que questões internas nas Finanças de Maceió são tomadas com viés pessoal do próprio secretário e deixando de lado algumas prioridades do Governo Municipal. Isso quer dizer com ou sem aval de JHC?
Por fim, é fato que João Felipe Borges pode deixar a gestão diante de uma crise interna que vem se instalando por meses.
A questão é que o nobre secretário trouxe equipe de fora (Será que foi de Campos dos Goytacazes?) para trabalhar - exclusivamente - em sua secretaria em Maceió; presta serviço (sistema de migração pela reforma tributária) por alguns meses; recebe um pomposo valor acima de meio milhão pelos trabalhos prestados em equipe; e, como sempre acontece, tem uma turma de confiança para chamar de sua (dele) na Sefaz de Maceió.
Vai reclamar de quê?
Aliás, quem reclama são os prestadores de serviços que não têm a metade que o 'homem de confiança' de Jhc detém na Prefeitura de Maceió. Quanto ao Banco Master, todavia, teremos repostas pelos próximos dias, semanas e - brevemente - em Maceió.
É isto!
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