A primeira-dama, as redes sociais e a política de Instagram para 2026
Marina Cândia passou a ser no perfil "Marina JHC", ligando o nome ao do esposo, e com grandes destaques ao lado do prefeito da capital alagoana
Não é o Blog Kléverson Levy quem faz essas indagações. Tudo que a gente publica neste espaço vem, na maioria das vezes, dos bastidores da política em Alagoas.
Não seria diferente com (e?) história de que a primeira-dama de Maceió, Marina Cândia, será a candidata ao Senado federal em 2026. Será mesmo? Há capital político? Há debate? Há propostas? Há votos em Alagoas?
A esposa do prefeito de Maceió, João Henrique Caldas, o JHC (PL), pode até ser candidata, porém, parece que pode está "esquentando espaço' ou garantindo mídia com cadeira para alguém da família Caldas.
As redes sociais de Cândia andam a todo o vapor. Inclusive, passou a ser no perfil "Marina JHC", ligando o nome ao do esposo, e com grandes destaques ao lado do prefeito da capital alagoana, acompanhando de perto, e, cada vez mais, infiltrada nas ações da prefeitura de Maceió.
Aos aliados mais próximos, todavia, dizem que Marina (agora com o codinome JHC) será candidata em 2026. Ao Senado Federal? Pode até ser, mas há dúvidas.
Porém, muitos - até da cozinha, sala e casa - acreditam na 'quase Chefe do Executivo" como teste eleitoral de JHC para este ano.
Afinal, desde a eleição de 2022 ficou claro que JHC não consegue transferir votos suficientes, para eleger um parente. O exemplo foi o irmão, João Antônio Holanda Caldas, o Dr. JAC e, depois, Dr. JHC (PSB), que obteve 5,60% válidos (92.594 mil votos).
Portanto, vale lembrar - ainda - que os atos institucionais do prefeito e primeira-dama já estão sendo vistos - apenas - como um projeto político e eleitoral para este glorioso ano. Será?
Política é Política.

Já o Senado Federal é a Casa dos sábios da política brasileira. É onde os considerados "à altura" chegam no parlamento com grandes experiências para elevados debates públicos. Os púpitos da Casa não são feitos para cliques, moda, "influenciadores" e manifestações primárias de redes sociais.
Por outro lado, Marina há de saber que mandato e cargo político, seja ela qual for, nas esferas de Poder, não se misturam com uma lente ligada, um celular nas mãos, bajulação e um 'play' para ôba ôba do Instagram. É muito mais que isso, gente!
Afinal, podem até dizer que a primeira-dama de Maceió é candidata em 2026. Há dúvidas e (in)certezas. Assim como, dizem que ela pode "preparar o caminho e esquentar o espaço" com cadeira para Caldas (alguém) neste ano.
Será? Quem?
Por fim, mandato político (como existe por aí afora) não é arrodear-se com "(des) influenciadores" que tratam situações sérias e importantes para a sociedade como tema de brincadeiras esdrúxulas em busca de 'likes' e/ou curtidas.
Muito menos criar personagens, montar cenas e fazer encenações de redes sociais, e no mundo dos virtuais, para postar em Tik Tok e Instagram.
Eis o busílis: A primeira-dama, as redes sociais e a política de Instagram para 2026.
É isto!
E viva a política dos políticos em Alagoas!
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