Indepedente do ‘labafero’ político, compra do Hospital (JHC) Cidade divide opiniões
Não se trata – apenas – de uma discussão de oposição ou situação ao fato do anúncio feito pelo prefeito João Henrique Caldas, o JHC (PL), na compra do Hospital do Coração, na Gruta de Lourdes, que será o primeiro hospital público municipal de Maceió.
Nas ruas, opiniões são a favor do gestor, bem como, há os que são contra a utilização do dinheiro de milhares de famílias que deveriam ser indenizadas pela tragédia do caso Braskem. O cidadão maceioense também tem que ser ouvido pela dinheirama que pertence aos próprios moradores das áreas atingidas.
Não podemos levar só em consideração opiniões de quem faz oposição por fazer oposição, principalmente, no ano que antecede o pleito de 2024. O barulho dos opositores será sempre um escarcéu para chamar atenção da opinião pública. De fato, é tentar atrair olhares para ir contra uma situação que, muitas vezes, permanece longe dos interesses da população para não esbarrar nos interesses políticos e eleitoreiros.
Portanto, faz parte e sempre fará os posicionamentos do atual ministro dos Transportes e senador licenciado, Renan Filho (MDB), bem como, do senador Renan Calheiros (MDB), nas críticas que foram direcionadas ao prefeito da capital alagoana. A turma Calheirista e do Palácio República dos Palmares está “cuspindo fogo” com o ganho eleitoral que teve o prefeito com o Hospital Cidade.
Afinal, a aquisição por R$ 266 milhões, recursos gerados com a negociação entre a Prefeitura de Maceió e a Braskem, deveria – na opinião de muitas pessoas – ter o consentimento (e conhecimento) das famílias do Pinheiro, Bebedouro, Mutange, Bom Parto e parte do Farol.
Lembrando que o juiz federal da 3ª Vara Federal em Alagoas, André Luís Maia Tobias Granja, homologou, em julho deste ano, o acordo firmado entre a Prefeitura de Maceió e a mineradora Braskem, no valor de R$ 1,7 bilhão.
Desde este bendito acordo firmado, os cifrões ($) arregalaram – no bom sentido – os olhos dos adversários políticos do prefeito da capital alagoana. O R$ 1,7 bilhão da Braskem para Maceió já incomoda os adversários de JHC.
Por fim, independente do ‘labafero’ político, a compra do Hospital (JHC) Cidade divide opiniões dos maceioenses que deveriam ter sido consultados (ouvidos).
É isto!
E viva a política dos políticos em Alagoas!
#VidaQueSegue
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