Apesar do diálogo com Governo de AL, Sinteal quer o piso nacional de 14,95%
Na semana passada, o Governo de Alagoas, por meio das secretarias de Estado do Planejamento (Seplag) e da Educação (Seduc), apresentou um pacote de propostas que atende parte das demandas do Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinteal).
A proposta da gestão do governador Paulo Dantas (MDB), de fato, é o reajuste de 5,79%, dividido em duas vezes, com a primeira já programada para setembro, e, a outra, prevista para o ano de 2024. Porém, o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), Izael Ribeiro, já disse que os ‘3% oferecidos pelo governo de Alagoas não é valorização’ e não é um reajuste justo para os profissionais da Educação em Alagoas.
Por outro lado, nesta segunda-feira, 21, em publicação no Diário Oficial do Estado (DOE), Paulo Dantas enviou à Assembleia Legislativa de Alagoas (ALE) a mensagem de Nº 57/2023 que trata do Projeto de Lei que “Dispõe sobre a revisão dos subsídios e vencimentos dos servidores públicos da Administração Direta, das Autarquias e Fundações Públicas, e adota outras providências”.
No texto, o Governo de Alagoa manteve a proposta apresentada de “3% (três por cento) a partir de 1º de setembro de 2023, tendo como base os valores pagos em agosto de 2023; e 2,79% (dois vírgula setenta e nove por cento) a partir de 1º de janeiro de 2024, tendo como base os valores pagos em dezembro de 2023”.
O PL que “dispõe sobre a revisão dos subsídios e vencimentos dos servidores públicos”, todavia, deverá ser apreciado pela Casa de Tavares Bastos nesta terça-feira, 22, em sessão ordinária. Já para o Sinteal, quando questionado se a proposta governamental é viável para os servidores do Estado, Izael Ribeiro foi enfático ao responder para o Blog Kléverson Levy.
“A proposta do Governo tem avanços em alguns pontos, por isso compreendemos que há um canal aberto e a categoria concedeu mais um prazo para ser apresentada nova proposta de reajuste. Compreendemos que a educação tem recursos próprios e legislação própria. É direito nosso a garantia do percentual do piso nacional, de 14,95% de reajuste, para todos os níveis da carreira de trabalhadores e trabalhadoras da educação”, respondeu o presidente do Sinteal.

PL da proposta do governador Paulo Dantas (MDB), de fato, é o reajuste de 5,79%, dividido em duas vezes
Leia Também: Vídeo: Educação vai ‘pressionar’ governador em busca dos 14,95% de reajuste salarial
Portanto, apesar do diálogo com o Governo de Alagoas, Sinteal cobra e quer o piso nacional de 14,95%.
É isto!
E viva a política dos políticos em Alagoas!
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