Campanha eleitoral com panfletagem de luxo
Campanha para Presidente está nas ruas com importantes órgãos de imprensa servindo como panfletos políticos.[/caption]
A esquerda brasileira, representada pelo PT, MDB, PSDB e outras siglas de menor importância no cenário político nacional, atordoada com a fragorosa derrota sofrida no pleito presidencial passado, quando um inexpressivo Deputado Federal integrante do baixo clero da Câmara, a nocauteou levando ao mais alto posto político administrativo da republica um Presidente cristão, nacionalista e identificado com a grande maioria do povo simples e humilde do Brasil.
Durante a campanha eleitoral, os caciques e coronéis da esquerda brasileira percebendo que o inexpressivo Deputado poderia ser o Presidente do Brasil, tentou, sem sucesso, assassina-lo para evitar, com esse homicídio, a sua eleição. Eleito, Bolsonaro continuou sendo alvo de ataques de todas as ordens, usando-se para veicular as matérias estrategicamente preparadas contra a ele, sua família e seu governo, grandes e, até então, respeitáveis órgãos da mídia impressa, falada e televisada, que passaram ser panfletos políticos de alto luxo.
Aproximam-se as eleições de 2022 e a campanha para derrotar o Presidente Jair Bolsonaro continua de forma intensa, usando-se agora como mote o COVID-19 e a vacinação. O que se tem observado é que os efeitos predatórios dessa campanha insana têm atingido mais ao Brasil e ao seu povo do que ao Presidente da República que continua com alto índice de popularidade no país inteiro, ao ponto de se dar ao luxo de andar, literalmente, no meio do povo, sem medo de ser assassinado e sem medo de ser feliz, sendo ovacionado por onde passa.
O fato é que a campanha de ataques com agressões verbais e física contra Bolsonaro continuará até as eleições vindouras, capitaneada pelos órfãos do FHC, do Lula e seu mentor e estrategista José Dirceu, da Dilma e de todos aqueles que perderam as benesses da Lei Rouanet, das altas verbas publicitárias, dos altos valores das propinas pagas pelas gigantes da construção civil e da roubalheira que de forma criminosa e generalizadamente tomou conta do dinheiro público brasileiro, durante quase 30 anos. Assim, pois, que venha a eleição presidencial de 2022 e que o eleitorado brasileiro eleja o candidato que achar melhor para si e para o Brasil.
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