Economia

03/04/2015
A economia nacional precisa de reajustes constantes de modo que a balança comercial não seja desfavorável, sempre na medida do possível, e a inflação não corroa o poder de compra dos cidadãos.  A economia é um corpo vivo que precisa de adestramento para não causar a destruição em massa.
 
O Governo de Dilma Rousseff tem enfrentado a crise internacional desde que Lula deixou o Palácio do Planalto. E tem tido bons resultados. Desde 2008 o mundo passou por macabros índices de desemprego, desespero e inflação. Empresas multinacionais quebraram, ou chegaram bem próximo disso; países como a Grécia e a Itália tiveram mortes e manifestações violentas como reação às medidas de combate à crise nesses países; a zona do euro entrou em uma fase muito problemática. E o Brasil se manteve firme diante dos tsunamis provocados pela bolha imobiliária norte-americana.
 
As medidas que o Governo Lula tomou, seguidas das tomadas no primeiro mandato do Governo de Rousseff,  foram  a chave para que o país não reagisse negativamente ao caos da crise.
 
Milhões de famílias saíram da extrema pobreza; centenas de jovens passaram a ter a oportunidade de intercâmbio com universidade de outros países, tudo pago pelo Governo Federal; o acesso às universidades federais foi ampliado e o Brasil cresceu, as desigualdades sociais diminuíram – nada comparado com as que ocorria nas demais nações.
 
Agora, depois de desoneradas as folhas de pagamentos e da redução do IPI de eletrodomésticos e automóveis e de uma série de medidas que garantiu o equilíbrio econômico interno, o Governo Federal resolveu repassar para as empresas particulares de todos os setores da economia parte do prejuízo para ajustar as contas do próprio Governo Federal e combater, na medida do possível, a crise internacional.
 
Entretanto, o povo, o ignorante povo que só entende a linguagem do ‘receber do Governo’, traduz medidas e aumentos de impostos como um ato ‘autoritário e injusto’ de um ‘Desgoverno corrupto’. O povo, a grande massa que se move para lá e para cá, ao sabor da oposição partidária de Dilma Rousseff e da Classe média alta e dos ricos, entende apenas que será prejudicado, ainda que não seja verdade e que os benefícios que recebe do Governo são, e devem ser mesmo, temporários.
 
O Governo Federal precisa fazer seu papel e receber o apoio dos cidadãos.
O país é de todos. A economia é um problema e uma dádiva de todos.
E um Governo eleito pelo povo, democraticamente, deve fazer o melhor pelo bem de todos, ainda que desagrade a minoria, que parece maioria.   Publicado em Crônicas!, 15 de março. Acesse: http://rafaelarielrodrigo.blogspot.com.br
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