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Por que sentimos prazer em ler o que nos assusta?

Daisy Gouveia 09/03/2026
Por que sentimos prazer em ler o que nos assusta?

Por que sentimos prazer em ler o que nos assusta?

Podemos explicar o fenômeno Freida Mcfaddenn ? A autora manteve uma de suas obras por semanas em primeiro lugar de vendas. Suas obras não são exatamente assustadoras, mas suas reviravoltas surpreendentes nos levam aquela adrenalina que o medo traz., nos colando em seus capítulos,

No livro “A empregada” , já adaptado para as telas, a protagonista ganha volumes sequenciais: “O segredo da empregada” e “A empregada está de olho” se transforma quase em uma heroína. O prazer da leitura de seus livros é a química da surpresa.

Stephen King. trabalha como sobrenatural. Seus livros quase todos adaptados fazem maior sucesso de bilheterias e de livrarias.

“O iluminado” - O maior exemplo de horror psicológico, adaptado para o cinema em 1980. com direção de Stanley Kubrick, não satisfez o autor, declarando que não gostou da forma que o diretor entregou o protagonista. Mostrou o personagem como um mostro logo de início, perdendo a anatomia do medo gradual do livro.

“Carrie a estranha” (1974), adaptado em 1976, é um clássico absoluto de Bryan DE Palma. Traz o bullying, aborda exclusão, raiva e vingança, de maneira aterrorizante!

“It Coisa”, adaptado em 2017 e 2019, terror da infância que carregamos pela vida adulta, trazendo o palhaço Pennywise, personagem icônico.

 Para quem só conhece Stephen King como mestre do terror, não pode imaginar que obras como” A espera de um milagre” seja dele.

Se Stephan é quem construiu a casa do terror, Raphael Montes foi quem abriu as portas aqui no Brasil.

 Quem não conhece o autor Raphael Montes, brasileiro, contemporâneo, que tem uma literatura de suspense impecável e que foi descoberto pelas telas , tendo muitas obras adaptadas.

Quem assistiu “bom dia Veronica” , série com 2 temporadas da Netflix, o filme Família Feliz, todos são de autoria dele.

 Recomendo o livro “A mulher no escuro”, uma leitura muito rápida, que gruda você nos capítulos  e que pode até você perder sua noite maratonando na leitura.