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Figuras Notáveis
“ A Economia é a ciência severa da escassez. A política é a utopia alegre da abundância “. O Professor-advogado-economista Marcos Antônio Moreira Calheiros, Presidente do Conselho Regional de Economia, do qual figuro como Conselheiro efetivo do Corecon-AL, a seu convite. Tornou-se líder inconteste da categoria pelos relevantes serviços prestados à Casa do Economista. Por essas razões, presto-lhe homenagem na série Figuras Notáveis.
No seu invejável Curriculum Vitae, consta que fez mestrado em Portugal, defendendo tese aprovada pela Banca Examinadora. Dirigiu o então Hospital do Açúcar, a extinta Codeal. Diversas Sociedades de Economia Mista. Lecionou no CESMAC, bem como na SEUNE a disciplina Economia.
Publicou trabalhos em diversas Revistas especializadas no ranking socioeconômico e nos extintos Jornal de Hoje Jornal de Alagoas. Casado coma dinâmica pedagoga Sandra Calheiros, genitor do novel causídico Marcos Júnior. Tem dirigido a família com ética, dando exemplo de caráter, desprendimento social.
Convivemos desde os bancos universitários da UFAL. Destacava-se na apresentação dos trabalhos apresentados ao saudoso Mestre Paulo de Castro Silveira, pai da Professora Branca Rosa. Na Tribuna Independente, Edição do dia 12 de fevereiro do fluente ano, escreveu abalizado artigo Desindustrialização: um perigo iminente, aplaudido pela classe, bem como pelos articulistas do Diário. Merece, pois, reproduzir texto conclusivo de sua lavra pela densidade científica e acadêmica.
Ei-lo na integra¨: “ As consequências da desindustrialização incluem a redução na geração e manutenção de empregos formais. O enfraquecimento do processo de inovação tecnológica e o aumento da dependência de importações. Tais efeitos comprometem o desenvolvimento econômico de longo prazo e reforçam a necessidade de políticas públicas voltadas ao fortalecimento do setor indústria l”.
Na qualidade de cronista da Tribuna Independente, destaco a cordialidade do Presidente da JORGRAF, Economista Paulo Gabriel pela fidalga atenção dedicada à categoria, e, ao mesmo tempo, no tocante a oferta de empregos gerados aos profissionais de comunicação. Sinal de que caminha na direção certa à procura de servir à sociedade alagoana.
Marcos Calheiros, escreve as principais causas da desindustrialização destacando a valorização do câmbio, a estagnação econômica, a queda da produtividade do trabalho e a manutenção de taxas de juros elevadas por longos períodos. Esses fatores reduziram a competitividade da indústria nacional, tornando os produtos importados mais atrativos.
Uma verdadeira lição de macroeconomia, aliada à sua percepção de analista. E, por conseguinte, representa o pensamento do Líder que seu nome repercute junto ao CONFECOM - pela sua gestão em prol do Estado de Alagoas como um todo. VIVA O PRESIDENTE MARCOS CALHEIROS!
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