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O Economista
A digna profissão, regulamentada pela Lei nº 1.411, de 13 de agosto de 1951, no governo constitucionalista do gaúcho Getúlio Varga, tem relevantes serviços prestados nas áreas federal, estadual e municipal no tocante a elaboração de projetos socioeconômicos durante 74 anos de profícua existência.
Em Alagoas, o Conselho Regional de Economia - Corecon-Al, capitaneado pelo dinâmico Marcos Antônio Moreira Calheiros, tem demonstrado esforço no sentido de defender o mercado dos colegas economistas quer na capital, quer no hinterland alagoano. Inclusive, discutindo com os presidentes de economia Mista, órgãos federais, bem como com empresas privadas.
O profissional, por sua vez, tem várias opções para exercer, isto é, mercado financeiro, no movimento com fintechs e assents (gestão de ativos) em fundos de investimentos, no setor bancário, atuar como analista de dados, dentre outros. Inclusive, é importante na atual conjuntura dominar línguas estrangeiras para facilitar o intercâmbio entre os governos.
Afora isto, o economista pode ser analista de dados, na área ambiental, no magistério superior, projetista, no setor público, economista solidário, perito, no setor agronegócio, comércio exterior e na área de pesquisa, áreas novas e bastantes promissoras. No meu caso, por indicação do filho ilustre de Capela, Marcos Calheiros, lecionei Ciências Econômicas na maior universidade privada e Alagoas (CESMAC). Trabalhei como economista na então Seplan durante 35 anos, 10 anos e 15 horas. Especializei-me em Planejamento governamental pela SUDENE.
O Estado de Alagoas à frente do governo, teve quatro renomados economistas: Divaldo Suruagy, Manoel Gomes de Barros, Fernando Affonso de Melo e Teotônio Vilela Filho. Deixaram marcas de gestores comprometidos com o desenvolvimento no geral: Estradas, Educação, Cultura, Turismo e noutras áreas importantes no contexto estadual.
Destaco ainda os renomados economistas alagoanos: Paulo Gabriel, Presidente da JORGRAF, Professores Fernando Pinheiro, Márcio Porangaba, Silvio Costa, Luís Antônio Palmeira, Carlos Bulhões, Ivaldo Pinto, Maurilio Procópio, Denivaldo e Gilda Santana e outros discípulos de Keynes.
O Conselho Federal de Economia - COFECON, tem elogiado a dinâmica gestão de Marcos Calheiros no que diz respeito às prestações de contas, ética pública, e, principalmente, na participação das reuniões em Brasília. Sinal que a Casa do Economista segue produzindo resultados satisfatórios. Portanto, sua reeleição ao Corecon no ano fluente, contará com a adesão da maioria dos colegas.
Por outro lado, o COFECOM tem como missão contribuir para o desenvolvimento socioeconômico do país e assegurar o exercício legal e ético da profissão do economista. Ser referência como entidade profissional que contribui de forma decisiva para o desenvolvimento econômico. VIVA O ECONOMISTA!
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