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O pioneiro lusitano
O nonagenário médico-escritor Dr. Judá Fernandes de Lima, casado com a poetisa-escritora Almira Gouveia Alves Fernandes, imortalizou a Família dos Veiga de Paulo Jacinto, com seu majestoso livro: Um Genuíno Tangerino, prefaciado pelo ex-governador Divaldo Suruagy, trazendo à tona a saga do meu trisavô Lourenço Ferreira de Melo Sucupira da Veiga que, por sua vez, aportou no Valle do Parayba nos idos de 1838, vindo da Terra de Camões.
O estimado primo- escritor Judá Fernandes de Lima, preclaro filho de tia Gertrudes, laureado com vários prêmios, edificou uma bem-sucedida trajetória quer de médico, quer de literato de primeira grandeza. Sua dedicada cara-metade Almira, sempre ao seu lado estimulando o amor, à vida a dois.
Adquiriu muitas tarefas de terras, edificou a Igreja de São Lourenço, acoplada ao Casarão com a passarela de madeira importada, onde sua família tinha acesso à Capela de sua estimação que, hoje, a sesquicentenária continua arrumada, mantendo as imagens originais.
Fundou, então, o núcleo de povoamento que se chamou durante 74 anos de Vila Lourenço. Com a chegada “ Maria Fumaça” (Cia. Greatt Westen (1912), passou a ser denominada de Vila de Paulo Jacinto, impedida de ostentar o nome do trisavô em face de já existir a parada Lourenço de Albuquerque.
Na descendência direta, sucedeu o pioneiro lusitano meu bisavô Luís Veiga de Araújo, cognominado de major Lulu, que deu continuidade ao espólio. A Igreja fora modernizada, ampliou a criação de bovinos-equinos, adquiriu dois engenhos de cana-de-açúcar que, à época, aumentou o patrimônio socioeconômico do Clã dos Veiga de Paulo Jacinto.
Sequenciando a história de minha honrada família, meu avô materno José Luís da Veiga Lima, capitão Cazuza, casou-se várias vezes, deixando 13 filhos a saber: João, Luís, Antonina (Nina), Mário, Maria Veiga Sandes (Mariquinha), Gertrudes Magna, Romeira, Maria José Veiga Rocha (Naninha), minha saudosa genitora, Rosinha, Teco, Júlio, Lourenço, Taciana e Sebastião Veiga.
“O mais antigo dos “Veiga” foi João Esteves da Veiga, rico-homem, Senhor de Salvaterra de Magos, Montargil, Vila Nova de Monçarros, Vacariça, e se chamou da Veiga por seu pai ter o senhorio de toda a Veiga de Santa Maria, sobrenome que perdurou nos descendentes, tendo desta forma originado a Família dos Veiga. Família de vários ramos com nobreza, com direito a Brasão de Armas, entre elas os Veiga de Vila Viçosa, os Veiga Napóles. O Brasão de Armas de João Esteves da Veiga foi concedido por Dom João I, Rei de Portugal em 1430”. Viva o Pioneiro Lusitano!
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