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Minha filha primogênita
Corria o dia 7 de dezembro de 1977. Na então Maternidade Paulo Neto, às dez horas, ouviu-se o choro de uma criança que nascia perfeita e bela. Tratava-se de Vanessa Pollyanna, minha filha primogênita, que vinha à luz para a felicidade do casal Aurilene/ Laurentino Veiga. Assistida pela talentosa médica Dra. Eleusa Passos Tenório, irmã do saudoso Professor Elias Passos Tenório.
À época, trabalhava no INAMPS e a esposa na Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas. Estávamos felizes com o nascimento da primeira filha que veio complementar a felicidade da família como um todo. E, portanto, nascera à véspera do dia 8 de dezembro, consagrado a Nossa Senhora Imaculada, Mãe de Jesus Cristo, Rainha da nossa Igreja Católica Apostólica Romana.
Vanessa Pollyanna Morais da Veiga, teve uma infância muito boa. Cresceu recebendo o aconchego dos pais. Bonita, inteligente, contagiava a todos que iam visitá-la. E, por essas razões, os nossos amigos gostavam de levá-la a passear. Afinal, sua beleza atraía às pessoas que estavam dispostas a visitar praças e lugares familiares com ela.
Foi batizada na Igreja de Nossa Senhora das Graças quando o Padre Edivar era o pároco daquela comunidade. A escolha se deu por ser devoto de Nossa Senhora das Graças, Padroeira de minha Paulo Jacinto. E, principalmente, morávamos na rua Dezesseis de Setembro logradouro muito movimentado.
Vanessa Pollyanna estudou no Colégio São José. Depois Cristo terminou o segundo grau. Fez vestibular de Ciências Contábeis no Centro Universitário CESMAC. Especializou-se em Gestão Financeira, Auditoria e Controladoria na mesma Instituição. A convite do Diretor-Geral da SEUNE, Dr. Sebastião Palmeira, leciona as disciplinas Contabilidade Geral I (Ciências Contábeis/ Administração de Empresas) ; Contabilidade 3º Setor; Contabilidade Cooperativa e Teoria Contábil. Tudo isso feito com amor e, sobretudo, com muita responsabilidade a ponto de ser elogiada pelos Coordenadores dos respectivos cursos.
Paralelamente, presta Consultoria às Empresas na cidade polo de Arapiraca. No momento, encontra-se preparando seu projeto de mestrado em Educação a fim de focar sua docência conforme as diretrizes do MEC. Afora isso, estuda no sentido de se prepara para atuar no mundo globalizado.
Nas suas multiplicidades profissionais, casou-se nascendo o seu querido filhão Kennedy Veiga que representa a nossa continuação neste mundo terráqueo. Inteligente, dedicado aos estudos e, principalmente, comunicador que se diz seguidor da profissão do avô.
Depois do nascimento de Vanessa nasceram Vanissa Veiga, Administradora e Advogada. E, por último, o caçula Francis Lawrence, publicitário/ jornalista e aluno do último período do curso de Direito do CESMAC. O trio, por sua vez, completa a felicidade dos Veiga de Paulo Jacinto. Diga-se, de passagem, a esposa advogada Aurilene, bem como a minha singularíssima pessoa não temos de que reclamar. Muito pelo contrário, todos os dias agradecemos ao Deus todo-poderoso pelas graças recebidas.
Sinceramente, o que dizer a aniversariante do dia 7 de dezembro pretérito. Palavras de estímulos, palavras de amor, palavras de dedicação à sua doce pessoa. Escolhi escrever esta crônica que sai do fundo do coração do provecto genitor. E, especialmente, por ser a primogênita que tem dado tantas alegrias aos pais. Vou mais além: nunca realizou nada que ferisse à educação que recebeu de sua dedicada genitora – Aurilene – e, por isso, dela recebeu e continua recendo sábias lições de vida e, porque não dizer, de ética e de honestidade.
Dos avós Naninha/Cícero se lembra de quando ia visitá-los o velho Sítio Cavaco, encravado na Viçosa do Menestrel das Alagoas. Lembra-se do carinho de ambos. Por exemplo, o avô sempre indagava: já casou? Quantos filhos tem? E, depois, enveredava querendo saber dos estudos e de outras coisas de sua vida.
É Vanessa Pollyanna você cresceu, tornou-se adulta, casou–se e me deu um lindo netinho e, por último, herdou a profissão de magistério superior do pai querido. Sei que às vezes fui severo com você. Não lhe dei o que você almejava e seus irmãos. Fui um pai liberal, enquanto sua mãe discordava de minhas atitudes. Aos domingos à noite, frequentamos à Igreja de São Pedro ( Ponta Verde). Lá, sempre peço a Nossa Senhora para você e seus irmãos a benesse divina. Reconheço ser uma grande pecador. Mas, pedindo a Ela, Deus aceita. Seja feliz hoje, amanhã e sempre.
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