Alagoas
Monumento Natural do Rio São Francisco atrai mais de 1,1 milhão de visitantes em 2025
Destino no sertão alagoano é o 5º mais visitado do Brasil, impulsionando economia regional e valorizando cultura local
O sertão alagoano consolida-se como um dos principais polos turísticos do país. Segundo dados do Governo Federal, o Monumento Natural (Mona) do Rio São Francisco figura como o quinto destino mais visitado do Brasil, recebendo mais de 1,1 milhão de visitantes em 2025. O Ministério do Turismo divulgou um ranking com as 10 Unidades de Conservação mais visitadas no território nacional.
Localizado em uma das sete regiões turísticas de Alagoas, o Monumento Natural do Rio São Francisco é fundamental para a regionalização e interiorização do turismo no estado. Com sua exuberante beleza natural e atrativos ligados à cultura sertaneja, o destino desempenha papel estratégico no desenvolvimento econômico e social da região.
De acordo com o secretário de Estado do Turismo de Alagoas, Paulo Kugelmas, o Rio São Francisco é um dos principais atrativos do sertão, atraindo visitantes durante todo o ano.
“O levantamento divulgado pelo Governo Federal consolida o potencial da Região Cânions do São Francisco, banhada pelo majestoso rio. A região é rica em cultura, artesanato, gastronomia e história. Esses atrativos conquistam cada vez mais visitantes para os municípios do sertão alagoano, gerando crescimento regional, desenvolvimento econômico e emprego para a população”, destaca Kugelmas.
O reconhecimento reflete os investimentos do Governo de Alagoas, por meio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur), em promoção do destino, infraestrutura turística, qualificação profissional e valorização dos patrimônios naturais do estado.
Unidade de Conservação
O Monumento Natural do Rio São Francisco é uma das principais Unidades de Conservação do Brasil, inserida no bioma da Caatinga. Criada pelo Decreto Lei s/nº de 05 de junho de 2009, a unidade abrange áreas dos municípios de Piranhas, Olho D’Água do Casado e Delmiro Gouveia, em Alagoas, além de Paulo Afonso (BA) e Canindé do São Francisco (SE).
O espaço é protegido por lei, assegurando a preservação da biodiversidade, a manutenção dos ecossistemas e a exploração sustentável dos recursos naturais.
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