Alagoas
Alagoas entra em ‘estado de atenção’ para chuvas intensas e ventanias até sexta-feira
Aviso emitido pela Semarh alerta para pancadas moderadas a fortes em todo o estado; sistemas atmosféricos conhecidos como “cavados” favorecem a formação de nuvens carregadas
A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) acendeu o sinal amarelo para o tempo em Alagoas. Nesta quarta-feira (22), o órgão emitiu um aviso de estado de atenção válido para todas as regiões ambientais, com previsão de chuvas que podem variar de intensidade moderada a forte, acompanhadas de raios e rajadas de vento.
A maior preocupação dos meteorologistas está voltada para esta quinta-feira (23), quando o fenômeno deve ganhar força. O monitoramento especial tem validade imediata e a expectativa é que o sistema se mantenha ativo, no mínimo, até o final da noite de sexta-feira (24).
Entenda as causas do fenômeno
A instabilidade no tempo não é por acaso. Segundo a análise técnica da Semarh, a mudança é fruto da combinação de dois fatores meteorológicos:
Atuação de "Cavados": Canais que transportam umidade em níveis baixos da atmosfera.
Ventos Costeiros: Correntes que sopram do mar em direção à costa do Nordeste.
Essa junção facilita a formação rápida de nuvens carregadas, capazes de despejar volumes significativos de água em intervalos curtos de tempo.
Zonas de Risco e Alagamentos
Embora todo o estado esteja sob vigilância, algumas áreas demandam cautela redobrada. O alerta é direcionado especialmente para:
Litoral (incluindo a Região Metropolitana de Maceió);
Zona da Mata e Agreste;
Baixo São Francisco.
Além da chuva, o vento é um fator de risco. As rajadas podem causar incidentes como destelhamentos, quedas de árvores e de placas de sinalização. Em perímetros urbanos onde o escoamento é deficiente, o risco de alagamentos pontuais é real.
Rios e Lagoas: Apesar do alerta de chuva, a Semarh tranquiliza a população informando que, até o momento, não há risco de transbordamento dos principais rios e lagoas de Alagoas.
A equipe técnica do Estado permanece de prontidão, monitorando os radares em tempo real. Caso as condições piorem ou o volume previsto sofra alterações drásticas, novas notificações de emergência serão emitidas à população e aos órgãos de Defesa Civil.
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