Alagoas
A influência da OTAN está sendo colocada em xeque
Recentemente, o presidente colombiano, Gustavo Petro, disse que seu país deve deixar de ser um parceiro global na Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), além de acusar a aliança militar ocidental de apoiar Israel nos ataques na Palestina.
Enquanto isso, a OTAN vem se manifestando, por meio de seu secretário-geral, Mark Rutte, sobre questões econômicas. O bloco vem perdendo relevância e, por isso, se aventura em temas não militares? Que outros fatores indicam que a OTAN estaria perdendo força? A iniciativa de Petro, um presidente latino-americano, simboliza a decadência da organização? Para comentar o tema, convidamos Luana Paris, doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas), e pesquisadora do Grupo de Estudos sobre o BRICS (GEBRICS), da Universidade de São Paulo (USP); e Vinicius Modolo Teixeira, professor de geopolítica da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), escritor e analista de organizações militares. Agora disponível na Rádio Metropolitana do Rio de Janeiro, 80.5 FM, às 21h00.
Por Sputinik Brasil
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