Alagoas
Botânicos Mirins exploram a sede do IMA no primeiro dia de atividades da terceira edição do projeto
Laura Nascimento* / Ascom IMA
Os participantes do
projeto Botânico Mirim, do Instituto do Meio Ambiente do Estado de Alagoas
(IMA-AL), conheceram alguns dos setores do órgão e participaram de diversas
atividades recreativas e educativas, nessa quarta-feira (24). Dois grupos de
crianças, separados entre os turnos matutino e vespertino, integram a terceira
edição do projeto desenvolvido pelo Herbário MAC do IMA.
Começando com uma recepção calorosa dos “tios” e “tias” do herbário, o dia dos botânicos mirins foi cheio de descobertas. As crianças entenderam como o herbário funciona, aprenderam sobre técnicas de secagem de espécies botânicas, conheceram a carpoteca (acervo de frutos e sementes), nomes científicos, os biomas alagoanos, e muito mais.
Com a Gerência de Educação Ambiental (Gedam), o aprendizado foi sobre sustentabilidade, incluindo o passo a passo de como produzir sabão ecológico. Mirella Cavalcante, consultora ambiental do IMA, destacou a importância de ensinar aos pequenos sobre a utilização do sabão ecológico.
“Quando explicamos que o óleo de cozinha é um poluente que não pode ser descartado de qualquer forma, eles acabam entendendo isso. Mas também devemos oferecer alternativas. Eles já sabem que o IMA é um ponto de coleta. Então podem juntar esse óleo em casa, falar com os pais e trazê-lo para cá. A solução, que é fazer sabão, também é uma opção viável para fazer em casa ou em um projeto na escola”, explicou Mirella.
E não parou por aí, os botânicos mirins participaram de uma palestra com a Gerência de Fauna e Flora (Gerff) do IMA, na qual aprenderam sobre a diferença entre animais domésticos e silvestres, e sobre o tráfico de fauna. Com a Gerência de Mudanças Climáticas (Gecilm), entenderam que as mudanças climáticas estão diretamente relacionadas aos maus hábitos ambientais, entre outros tópicos.
Para Helena Nascimento, coordenadora do Botânico Mirim, as crianças estavam participativas e empolgadas. “Eles perguntaram e comentaram muito porque queriam compartilhar o que estavam aprendendo, dar opiniões, lembrar de algo que haviam visto em casa, fosse um animal, alguma ação de educação ambiental ou relacionada às mudanças climáticas. Eles se empolgaram muito com as atividades, especialmente por ser o primeiro dia", contou.
*Estagiária sob supervisão.
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