Alagoas
Sesau leva ações de saúde para prestar assistências aos moradores dos Flexais
Ruana Padilha / Ascom Sesau
A Secretaria de Estado da Saúde
(Sesau) levou, nesta sexta-feira (17), ações de saúde para os moradores dos
Flexais, no bairro Bebedouro, em Maceió. A iniciativa faz parte da segunda
edição do Dia D do Alagoas Sem Fome, que visa promover a inclusão social e o
cuidado com a população vulnerável, reafirmando o compromisso do Governo de
Alagoas em amparar aqueles que mais precisam.
Durante o evento, que envolveu a participação de diferentes órgãos da gestão estadual, a Sesau assegurou atendimentos médicos nas áreas de pediatria, clínica médica e psiquiatria. Também foram disponibilizados exames laboratoriais e testes rápidos para detecção de HIV, sífilis, hepatite C e D, e a população pode realizar a verificação da pressão arterial e da glicemia.
Presente na ação, o secretário de Estado da Saúde, médico Gustavo Pontes de Miranda, ressaltou o compromisso da Sesau com a população alagoana, promovendo ações de saúde para beneficiar a todos. “Hoje no Dia D do Alagoas Sem Fome estamos trabalhando nos Flexais, com a parceria de outras secretarias, assegurando atendimento médico com especialistas nas áreas de psiquiatria, clínica geral e pediatria. Deste modo estamos assistindo a população que se encontra ilhada devido ao afundamento de solo. Estamos levando apoio e acolhimento para as famílias que enfrentam dificuldades em decorrência desse desastre”, enfatizou.
A coordenadora de Ações de Saúde da Sesau, Kécia Alcântara, afirmou que a Sesau tem um papel fundamental nas ações do Programa Alagoas Sem Fome. “A saúde está levando seus serviços onde o povo está e necessita, sempre atuando de forma técnica e humanizada. Nossos profissionais da saúde estão preparados para receber toda população do Flexal”, disse.
Assistência
A moradora do Flexal de Cima, Elaine Santos, de 29 anos, destacou a importância da ação para os moradores da região. Ela contou que levou a família até a ação para atendimento médico. “Achamos muito importante esse cuidado que estão tendo com a gente, pois estamos afetados psicologicamente, tanto quem mora no Flexal de Baixo quanto no de Cima. Precisamos muito desse atendimento. Hoje passei pelo atendimento com o clínico e fiz exames laboratoriais, graças a Deus, foi tudo ótimo”, relatou.
Já a moradora do Flexal de Baixo, Renata Vasconcelos, acompanhou os dois filhos, Bryan, de 5 anos, e Lara, de 3 anos, para consulta com pediatra. “Como todos sabem, estamos isolados aqui no Flexal. Por isso, precisamos sair daqui para outros bairros caso queiramos que nossas crianças sejam atendidas. Mas, fomos muito bem atendidos e nos acolheram muito bem”, salientou.
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