quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2020

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Estudantes da Escola Sesi/Senai de Maceió apresentam projetos inovadores

Por Assessoria
Projetos estão sendo apresentados durante a Feira de Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo

Projetos estão sendo apresentados durante a Feira de Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo

Tem argamassa feita a partir de pneus usados, gesso derivado de madeira não utilizada, aplicativo que monitora o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) dentro da indústria e robôs criados e programados para exercer diversas tarefas.

Estes são alguns dos projetos desenvolvidos por alunos da Escola Sesi/Senai de Maceió, localizada no Benedito Bentes, que estão sendo apresentados durante a Feira de Inovação, Tecnologia e Empreendedorismo. A mostra segue aberta ao público até as 22 horas desta sexta-feira, 27, no shopping Pátio Maceió, parte alta da capital.

O diretor da Escola Sesi/Senai de Maceió, professor Carlos Abreu, conta que os estudantes estão muito empolgados com os projetos apresentados. O público também tem reagido de forma positiva às ideias demonstradas pela garotada. “O nosso objetivo é demonstrar às pessoas que a nossa escola é diferenciada, que estimula a inovação, o empreendedorismo e as tecnologias voltadas à resolução de problemáticas, principalmente, da indústria”, disse.

O vigilante Carlos André da Silva, 37 anos, visitou a feira e elogiou a criatividade dos alunos. “Acho muito bom porque levar as novas gerações a criar (projetos inovadores) desenvolve o nosso Brasil”, afirmou.

Ele visitava o estande da equipe que desenvolveu a argamassa sustentável “PoliCimento”, feita a partir de pneus usados. “Ela não tem água na sua composição, que é substituída por dióxido de carbono líquido, bem mais barato. Usamos, ainda, silicato de cálcio e fibra de borracha retirada de pneus inservíveis, que são jogados na natureza de maneira inadequada. O cimento também está na composição do produto, para fazer a ligação de todos os componentes”, explica Henrique Farias, 17, do 2° ano de Edificações.

Na mesma linha da sustentabilidade, o Smart City consiste na criação de um espaço virtual onde as pessoas poderão cadastrar e entregar eletrônicos que não utilizam mais – tablets, celulares e computadores. A ideia é que cada descarte gere um bônus com descontos nas compras realizadas em empresas parceiras do projeto.

“A gente quer, com isso, reduzir a quantidade de lixo tecnológico e ajudar as pessoas a descartar de maneira correta aqueles aparelhos que para elas não têm mais utilidade”, detalha Djalma Nascimento, 16 anos, do 1° ano do curso técnico em Informática da Escola Sesi/Senai de Maceió.

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