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O mote de Serra possui tom de derrota
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O ex-governador de São Paulo José Serra, pré-candidato tucano a Presidência da República reconhece a grande gestão do atual Presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Diz que deseja fazer muito mais. Ótimo que pense assim. Mas se já está bom e o atual presidente tem preferência diversa no pleito, para que mudar?
Esse tom no discurso de Serra mostra o “titanic” em que os oposicionistas estão. Como se sabe a maré está brava e se o barco tucano tencionar disputar o pleito de forma moderada, sua disposição é ficar à deriva e naufragar. Afinal derrotar Dilma Roussef, a candidata de Lula (que possui 85% de preferência popular) é tarefa muito difícil.

Guerreira
Na internet pululam de e-mail e e-mail uma ficha policial do DOI-CODI sobre Dilma que utilizava outro nome na época da ditadura. Com acusações torpes, acusam-na até de ladra.
Vale lembrar que o DOI-CODI era órgão de repressão da ditadura militar comandados por milicos interessados em destruir e eliminar aqueles que como Dilma, lutavam para ver o país livre do julgo verde-oliva.

Lei do vale tudo
Muita gente já pensa na eleição de outubro. Os atores e partícipes da eleição de outubro já começam a guerra eleitoral. Alguns pré-candidatos já se apresentam nas cidades com discursos demagógicos, carcomidos pelo tempo, sem novidade alguma para apresentar ao eleitor e cidadão.
Concomitantemente, os cabos eleitorais regiamente pagos, já estampam e desfilam os adesivos dos “escolhidos” em seus carros e residências e as conversas sobre quem é melhor para tal lugar, já se resumem na tônica das mesas de bares e rodas políticas.
Alguns rostos – quase esquecidos – voltam a ser figurinhas carimbadas nas cidades interioranas. Enterro e até festa de boneca, “nem pensar em perder”.
É a lei do vale tudo pelo voto, que transforma adversários em amigos e amigos em adversários. E que vença o melhor!!!

Prefeito fraciona apoio para a Câmara
Dizem que o prefeito de Palmeira dos Índios - que não anda muito bem das pernas em face de sua fraquíssima gestão - fracionou seu apoio para a eleição de outubro.
Ele tem, por exemplo, vários candidatos a deputado-federal. E isso é fácil de deduzir, quando se vê e se escuta, assessores e secretários de seu governo dizerem que vota em candidatos diversos de sua preferência eleitoral.
Como se percebe a tática utilizada é aquela em que se pretende agradar a todos os candidatos que aportarem por estas bandas ou sua gestão política com os subalternos virou uma verdadeira casa de mãe Joana, sem autoridade para orientar seu grupo político.

Tática é usada também para a ALE
E essa fragmentação não se resume apenas aos postulantes à Câmara Federal. Para a Assembleia Legislativa, a coisa é do mesmo jeito e olhem que o prefeito palmeirense tem um cunhado, candidato a reeleição (daí pergunta-se: ele quer bem ao cunhado, ou mal ao cunhado?). Lá, no Palácio da Águia, só falta agora dizer que votam no Cordeiro... Pode?

Mudança
Alcides Fernandes deixa o setor de tributação do município de Palmeira dos Índios. Em seu lugar assume a senhora Alessandra Lessa Pimentel.

 
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