quarta-feira, 26 de setembro de 2018

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As ilusões (neo) liberais

Ao contrário do senso vulgar da palavra, liberalismo não é ser tolerante e democrata. Porque para se aplicar o liberalismo na vida econômica dos Países é preciso duas coisas fundamentais: destruição do Estado nacional, entrega das suas riquezas financeiras, materiais, muita perseguição contra os que se opuserem à destruição dos direitos trabalhistas e aos patriotas que se insurgem em defesa do País.

Essa é a função do nefasto governo Temer. Aprofundar o avanço do liberalismo no Brasil, que já vem de décadas com a hegemonia do pensamento econômico do Mercado financeiro, dos “financistas” que seguem os cofres de Wall Street.

O liberalismo, neoliberalismo no século XXI, pode ser aplicado de duas maneiras: a autoritária, ortodoxa que age na vida social com base na hegemonia política, financeira, midiática. E conforme a conjuntura mundial, nacional, o neoliberalismo social que significa impor estratégias do Mercado financeiro contra o País, a indústria, agricultura, comércio, a sociedade, através de políticas sociais compensatórias jamais estruturantes.

Porém há a incontornável vida política. Não é preciso ser marxista, militante ou “ativista” para ter como óbvia a frase do líder bolchevique Lenin: “a teoria é a analise concreta da realidade concreta” e suas consequências. O demais é exercício de Academia, que tem seu grande valor.

Política e economia andam juntas como irmãs siamesas. A atividade política é complexa, exige movimentos, acordos, recuos, composições segundo a correlação das forças em disputa pelo poder.

Não há vida fora da política como não existe vida na Lua. Mas é árida essa arte, especialmente com a mídia hegemônica atuando a serviço do Mercado cuja função central é substituir a própria política.

O País vem sendo agredido em seu protagonismo econômico, soberania, atacado pelo Mercado sob a batuta da grande mídia global, que impõe o liberalismo ortodoxo, privatista, antinacional contra a sociedade.

Mas há outra agenda desse Mercado global: a pseudointernacionalista, onde não existe nação, cultura, referências Históricas etc. É o inviável “liberal social progressista neoanarquista” falso cosmopolita e categorias similares. Só ampla união em defesa da nação, democracia, do desenvolvimento, direitos sociais, pode encontrar novos rumos para o Brasil.

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