quarta-feira, 21 de novembro de 2018

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Guerra Híbrida

Os fluxos entre os Países em uma economia globalizada são uma realidade após o fim da bipolarização mundial, quando o mundo era dividido entre os blocos capitalista e socialista.

Com o fim do campo sob a liderança soviética – a China sempre teve a sua própria política externa – as repercussões foram concretas.

A queda do Muro de Berlim indicou o surgimento de uma hegemonia dos Estados Unidos e a Nova Ordem mundial.

Com a liderança geomilitar norte-americana avançou a globalização do capital especulativo que necessitava de por fim a quaisquer entraves à sua livre circulação, dissociada dos investimentos produtivos, mas sim aos lucros de curto prazo.

Mais nada é definitivo na História. A hegemonia dos EUA transitou para novos atores políticos, econômicos e militares. Entre esses destaca-se a China como potência econômica global, a Rússia herdeira da tecnologia militar soviética, riquezas naturais, liderança regional que remonta aos tempos do império czarista. Apesar de pontos em comum, cada um cuida dos seus próprios interesses nacionais.

Os anseios dos povos em defesa da soberania jamais cessaram, têm crescido apesar da pressão do Mercado financeiro com sua fantástica acumulação especulativa, de biliardários como George Soros etc.

As crises do capitalismo são mananciais astronômicos do rentismo que controla parte da grande mídia, promove a sua hegemonia através da agenda do “politicamente correto”, de suas ONGs, das “Revoluções Coloridas”.

No Brasil torna-se vital a defesa da nação, das suas riquezas naturais, da sua soberania financeira, territorial, desenvolvimento industrial, agrícola, científico, tecnológico etc.

O País vive atualmente uma Guerra Híbrida, cuja função é impedir seu papel de liderança regional, quebrar a unidade nacional, o seu protagonismo civilizatório inovador, saquear suas riquezas. E por aí vai.

Na 2aGuerra Mundial consolidou-se o termo Quinta Coluna, original da guerra civil espanhola, traduzido como aqueles que, por motivos e interesses inconfessáveis, agiam contra a soberania dos povos resistentes às hordas nazifascistas.

A Guerra Híbrida tem objetivo similar: quebra da nossa identidade, da união social em defesa da democracia, do desenvolvimento, fragilizar o sentimento em comum de pertencimento nacional. É o que está em curso no Brasil.

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1 Comentário

  • SIRIO CARLOS SCHWAMBORN disse:

    ELEIÇÕES DE 2018 É GOLPE ! SOB O MANTO DA DEMOCRACIA COMUNISTA LULISTA PARA LEGITIMAR A CORRUPÇÃO E A IMPUNIDADE. ELEIÇÕES COM VOTO ELETRÔNICO OBRIGATÓRIO PARA CANDIDATOS E PARTIDOS POLÍTICOS HÀ 35 ANOS DOMINANDO A “CIDADANIA BRASILEIRA”. A disciplina militar está a serviço da Corrupção Comunista nos Três Poderes do governo Brasileiro
    INTERVENÇÃO MILITAR é coisa séria. Não se derruba um governo (constitucional, autoritário ou totalitário) e toda a institucionalidade de um estado organizado só no grito. É preciso muito mais. (Povo honesto já está ha mais de três anos gritando nas ruas e não é ouvido)
    A nota oficial do general Villas Boas é importante porque ela estabelece os limites: as Forças Armadas vão sustentar as leis. Se os juízes quiserem soltar , podem fazê-lo, mas dentro dos limites da Lei e com o aval da Constituição e de seus tribunais.
    Quanto aos Oficiais e Soldados que estão ” rosnando “, serão contidos pela disciplina. É o que se deve ler na nota que o comandante emitiu dando garantias de assegurar a vigências das leis. Entre estas leis está a de ficaram os militares quietos dentro de seus quartéis, afiando as armas e cuidando dos grandes interesses na Nação, sem se envolver em política partidária, contra ou a favor desta ou daquela candidatura ou tendência ideológica na sociedade. Fora isto é cana ou reforma. É o regulamento disciplinar.

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