segunda-feira, 24 de setembro de 2018

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Fim do Tiro de Guerra, um retrocesso

O sub-tenente do Exército, Adriano Soares Martins, instrutor do Tiro de Guerra de Arapiraca, se mostra indignado com a falta de apoio da Prefeitura de Arapiraca que, desde novembro de 2016, não vem honrando com o convênio de cooperação firmado entre o Exército Brasileiro (7ª Região Militar) e o poder público municipal. De acordo com o sub-oficial, como a Prefeitura não cumpriu com o acordo para manter o Tiro de Guerra, ele está sendo obrigado a arcar com as despesas e pagar do próprio bolso as contas para funcionamento do prédio, que abriga 80 atiradores.

“Acredito que o Tiro de Guerra deverá encerrar suas atividades de Arapiraca Esperamos a compreensão do prefeito Rogério Teófilo (PSDB) para que a instituição funcione e volte a sua normalidade”, pontuou. O Tiro de Guerra é uma referencia e uma reprsentação das Forças Armadas em Arapiraca, seu fim seria um grande retrocesso. A instituição em Palmeira dos Índios é centenária e teve o celebre escritor Graciliano Ramos como atirador. Outras cidades de men or porte mantem seus tiros de Guerra a exemplo de Penedo e São José da Lage.

De acordo com o subtenente Adriano Soares, é responsabilidade das Forças Armadas o fornecimento do armamento, munição, fardamento as instruções e cabe ao município de Arapiraca, de acordo com o Termo de Cooperação com as Forças Armadas, a manutenção logística, suprimento e alimentação dos atiradores, quando os mesmos estiverem em turno de serviço. Os atiradores durante oi período do Serviço Militrar além da formação como cidadão e defendor da Pátria são inbstruídos em Defesa de Pontos Sensíveis, Controle de Distúrbios, Educação Física, Tiro ao alvo com arma longa além de participarem de ações sociais no município

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