sábado, 14 de dezembro de 2019

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Noções de História

Por Laurentino Veiga

Parafraseando o filosofo e senador romano Marcus Túlios Cícero: “A história é testemunha do passado, luz da verdade, vida de memória, mestra da vida, anunciadora dos tempos antigos.O primeiro dever do historiador é não trair a verdade, não calar a verdade, não ser suspeito de parcialidade ou rancores”.

Professor Álvaro Queiroz, membro da Associação Alagoana de Imprensa (AAI), lente do curso de Teologia  do Seminário de N. Sra. da Assunção de Maceió, do Instituto Federal de Alagoas ( IFAL), de Satuba, onde leciona  História , cumpre à risca a premissa do grande orador romano. Isto é, escreve sobre a historicidade com lealdade e, ao mesmo tempo, com a maestria que lhe é peculiar.

Trouxe à tona a fim de brindar aos seus amigos-admiradores com seu novel livro intitulado Noções de História do Cristianismo com quatrocentas e quarenta e nove páginas.À guisa de informar aos   consulentes, inseriu a Cronologia básica a fim de que se tenha um roteiro da importância das efemérides dos tempos passados. A começar pela morte de Cristo ( 30). Finaliza no século XX assinalando a data de 1978.Ano dos três papas: morte do Papa Paulo VI ( 6/8); eleição de João Paulo I (26/8); que morre, repentinamente, trinta e três dias depois (28/9); eleição de São Paulo II (16/10); papa polonês, depois de uma sequência de 456 anos de pontífices italianos.

Nesse sentido, vê-se as temáticas pela linha da historicidade, a saber: Introdução à história da igreja cristã; Antiguidade; Origem do cristianismo; A expansão do cristianismo e os ciclos missionários; A Igreja e o Império Romano; Organização e institucionalização da igreja; Crises e conflitos; Heresias e cismas; Teologias e teólogos cristãos; Controvérsias doutrinais; Ação social da igreja; Período medieval; A formação da Europa cristã; Cristandade bizantina e Igrejas orientais; A vida cristã; Estruturas da hierarquia eclesiástica; Controvérsias doutrinais; Movimentos heterodoxos e a inquisição; O islamismo e as cruzadas; Pensadores cristãos e escolasticismo; Mazelas do poder: crises e cismas; Ação social da igreja; Época Moderna; Início das  das reformas religiosas na Alemanha; A difusão das reformas; As reformas na Inglaterra; A reforma católica; Conflitos religiosos; A igreja ortodoxa sob domínio turco; A cristandade russa; O catolicismo romano; Cristandades provenientes das reformas; A missão; Ideias modernas e heterodoxia; Idade Contemporânea; A revolução industrial; Iluminismo ou ilustração; A revolução francesa; A era napoleônica; A Igreja Católica no século XIX; As outras igrejas cristãs no século XIX; A igreja católica no século XX e princípios do XXI; O mundo ortodoxo; O mundo protestante; Sinopse dos Concílios Ecumênicos; Cronologia básica e, finamente, vastas referências.

Trata-se, portanto, de uma Enciclopédia histórica onde o historiador-escritor se encanta com os fatos, trazendo-os num português coloquial à altura de quaisquer pessoas que queiram conhecer a Historia Universal a contento. E, por conseguinte, segue uma cronologia rígida capaz de dirimir toda e qualquer dúvida do consulente.

“ O autor retrata os acontecimentos não só eclesiásticos, mas também seus impactos na sociedade, economia, cultura, natureza, nas ideias pertencentes ao cotidiano dos cristãos nos dois mil anos de fatos e geração.Expressão de um estudioso que investiga, analisa e estabelece sua crítica racional;  produziu uma obra que resgata as memórias importantes na trajetória da Igreja e da humanidade e o compartilha com as novas gerações”.

Felicito-o pela grandeza de sua pesquisa científica. Exaltando-o na contemporaneidade da vida moderna recheada de inquietações.

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