sábado, 17 de agosto de 2019

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Com liquidez fraca, dólar abre em queda, mas passa a subir em linha com exterior

Com uma liquidez ainda fraca no mercado doméstico, o dólar passou a exibir alta nesta manhã de terça-feira, 16, depois de uma abertura com viés de baixa. Predomina a influência da alta do índice DXY do dólar no exterior, em meio à queda do euro após preocupações crescentes com a economia alemã.

Os investidores de todos os mercados estão à espera ainda de notícias da reunião do Conselho de Governo que está sendo realizada no Palácio da Alvorada, em Brasília. Também acompanharam mais cedo os balanços do segundo trimestre de empresas e bancos norte-americano, que vieram melhores que o esperado e ajudam a apoiar a valorização das bolsas europeias e dos índices futuros de Nova York nesta manhã. A expectativa para a abertura da bolsa local é de que as ações da Vale e da Petrobras podem ser afetadas pelo avanço dos preços do minério de ferro na China e o fôlego curto do petróleo.

No mercado à vista, às 9h37, o dólar subia 0,16%, a R$ 3,7628. O dólar futuro para agosto estava em alta de 0,17%, a R$ 3,7675.

Nos EUA, o Goldman Sachs teve lucro líquido de US$ 2,42 bilhões no segundo trimestre, ou US$ 5,81 diluídos por ação, muito acima da previsão de analistas consultados pelo FactSet, de US$ 4,89 por ação, mas abaixo dos US$ 5,98 auferidos em igual período de 2018. O JPMorgan registrou lucro líquido de US$ 9,65 bilhões no segundo trimestre do ano, ou US$ 2,82 por ação, acima da previsão de US$ 2,50 por ação de analistas consultados pelo FactSet. Trata-se de uma soma maior que a contabilizada tanto entre janeiro e março de 2019 quanto no segundo trimestre de 2018, quando o banco teve lucros de US$ 9,18 bilhões e US$ 8,32 bilhões, respectivamente. O Wells Fargo teve lucro de US$ 6,2 bilhões no 2º trimestre, ou us$ 1,30 por ação, também acima da previsão de US$ 1,17.

No caso da empresa Johnson & Johnson houve um lucro líquido de US$ 5,607 bilhões no mesmo período, o que implica um avanço de 41,8% em relação ao ganho de US$ 3,954 bilhões registrado no mesmo período do ano anterior. O lucro ajustado por ação, por sua vez, passou de US$ 1,45 entre abril e junho de 2018 para US$ 2,08 no mesmo período deste ano, uma alta de 43,4%. Com ajustes, o lucro líquido por ação foi de US$ 2,58, resultado que superou as projeções de analistas consultados pela FactSet, que projetavam ganho líquido ajustado de US$ 2,46 por ação.

Autor: Silvana Rocha
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