quinta-feira, 22 de agosto de 2019

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STF julga pedido de habeas corpus em favor do ex-presidente Lula

Por Assessoria

O Supremo Tribunal Federal, julga nesta terça-feira, dia 11, o pedido de habeas corpus do ex-presidente Lula. O processo estava sendo analisado pelo plenário virtual do colegiado, mas a pedido do ministro Gilmar Mendes, foi transferido para o plenário físico.

O julgamento ocorre em meio à pressão sobre a operação Lava Jato, após o vazamento de mensagens trocadas entre o ex-juiz federal Sérgio Moro e o procurador Deltan Dallagnol. Além desse pedido, a segunda turma do Supremo Tribunal Federal deve julgar no próximo dia 25 um outro habeas corpus de Lula, em que o petista acusa Sérgio Moro de agir com parcialidade ao condená-lo no caso do triplex do Guarujá e depois assumir cargo no primeiro escalão do governo de Jair Bolsonaro.  

Miguel Daoud:

“Essa é uma decisão muito delicado, é importante entendermos o julgamento importante no Supremo. Não leva em consideração puramente se o Lula continua preso. Em relação às informações vazadas, é um vazamento criminoso, já que há dúvidas em relação à participação nas conversas de Sérgio Moro, e além disso existem horas e horas de gravação que serão divulgadas”, diz.

Na minha opinião, isso é um caso jurídico e não político, o que prejudica o país, O Brasil hoje está padecendo de crescimento, nós só discutimos questões ideológicas e questões políticas, enquanto país está indo para o buraco”. Daoud também alerta sobre o cenário econômico. “O ano de 2020 já está condenado pela expectativa do mercado, assim como os anos de 2021 e 2022. Então enquanto a gente discute esses assuntos, que não mudam a trajetória do Brasil, e sem dúvida nenhuma um  vazamento como prejudica o cenário atual”, finaliza.

 João Batista Olivi

“Esse é sem dúvida o maior ataque sofrido pela Lava Jata até o momento, mas ainda sim temos um fato positivo nisso tudo, que é motivar as pessoas, para ir às ruas, incentivar o governo e as reformas, já que atualmente as comunicações estão mais abertas no monopólio, e nós sabemos muito bem o que está por trás de tudo isso, que é o objetivo de libertar o Lula”, afirma.

“Esse tipo de manobra já aconteceu em outros governos, como por exemplo na gestão de Michel Temer”, lembra João Batista.

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