quinta-feira, 22 de agosto de 2019

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Cibele Moura lamenta o fechamento de 16 mil postos de emprego em Alagoas

Por Assessoria

Deputada estadual Cibelle Moura

A deputada Cibele Moura (PSDB) demonstrou preocupação com o fechamento de mais de 16 mil postos de trabalho no mês de março no Estado de Alagoas, dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, ligado ao Ministério da Economia. A parlamentar apresentou os números durante a sessão ordinária desta quinta-feira, 25, segundo ela, foram cerca de 7 mil contratações e 16 mil demissões, dando um saldo negativo de pouco mais de 9 mil empregos perdidos.

“É muita gente desempregada. É muito jovem sem conseguir emprego. É muita mãe de família sem comida na mesa. É muito pai de família sem conseguir levar o sustento financeiro para sua casa. Temos que mudar esse quadro. As pessoas precisam de emprego e, aqui neste Parlamento, podemos ajudar diminuindo a carga tributária e fomentando o empreendedorismo com a criação de novos postos de trabalho”, destacou Cibele. “Temos três frentes parlamentares que tratam do assunto: a que trata de micro e pequenas empresas, a frente parlamentar da liberdade e a de defesa do comércio. Não tenho dúvidas de que elas atuarão no sentido de gerar mais emprego”, disse.

Cibele Moura solicitou que a burocracia do Estado não atrapalhe o crescimento e a fomentação de novos empregos. “O Estado não pode ser interventor na economia, ele tem apenas que fiscalizar, dizendo o que é certo e o que é errado. O empreendedor é quem sabe onde o dinheiro dele precisa ser investido, seja ele dono de grandes empresas, ou seja, ele um pequeno comerciante. Precisamos de mais liberdade e menos burocracia e impostos”, destacou. Por fim, a deputada fez questão de informar que seu primeiro projeto na Assembleia Legislativa foi o que institui a disciplina de Empreendedorismo no currículo da rede estadual de ensino médio.

Em aparte, os deputados Inácio Loiola (PDT), Bruno Toledo (Pros) e Jó Pereira (PDB) parabenizaram Cibele pelo pronunciamento e concordaram que o Estado precisa incentivar suas potencialidades para gerar novos empregos, bem como fomentar a ideia de um governo mais desenvolvimentista.

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