segunda-feira, 17 de dezembro de 2018

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Tite reforça bons números na seleção e busca equilíbrio entre ataque e defesa

O técnico Tite aprovou o desempenho do Brasil diante do Uruguai na vitória por 1 a 0, nesta sexta-feira, em Londres, apesar da atuação sem brilho no amistoso. O comandante destacou a manutenção da posse de bola e ressaltou a dificuldade em controlar o adversário, que teve bons momentos na partida, mas acabou sendo derrotado.

“No primeiro tempo, o Uruguai dificultou. Mas fomos colocando volume e, tirando duas saídas de bola erradas nossas, a equipe teve consistência, mesmo bastante modificada. Foi um jogo de intensidade alta, mas valeu a nossa de posse de bola, a nossa triangulação, a nossa infiltração, o nosso volume e a nossa jogada no chão”, comentou.

Tite está no comando da seleção desde junho de 2016 e realizou até o momento 31 partidas. Ele reforçou que vem buscando uma relação boa entre defesa e ataque e se apegou nos números para mostrar o trabalho que vem sendo feito. “Fizemos 31 jogos e marcamos gols em 28 deles. A gente cria oportunidades e são 24 partidas sem tomar gol. A ideia é encontrar o ponto de equilíbrio”, explicou o técnico.

São apenas duas derrotas no comando da seleção – para a Argentina, em amistoso, e para a Bélgica, que custou a eliminação da equipe nas quartas de final da Copa do Mundo na Rússia. Apesar da frustração, os bons números fazem com que Tite olhe para frente e projete voos mais altos no próximo ano, quando o Brasil tentará o título da Copa América em casa.

Nesta terça-feira, a última parada do ano será contra Camarões. A escalação deve ser diferente, mas Tite ainda não deu pistas de quem entrará jogando. Mesmo com o mistério, ele aproveitou para elogiar o volante Allan e o atacante Richarlison, que entraram no segundo tempo da partida e melhoraram o desempenho da equipe.

“Uma surpresa agradável foi o Allan, outra foi o Richarlison. Oportunidades surgem, se o atleta tem um grande desempenho, começa a ganhar espaço. É uma concorrência leal. Independentemente da idade, do momento nas equipes. Você olha para o banco e tem o Gabriel Jesus. Tem o Willian fora. O que é ajudar o time? Quando tem um jogador que não está produzindo bem, terá outro para jogar”, avisou.

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