segunda-feira, 24 de setembro de 2018

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Renan Filho reafirma compromisso com setor produtivo e defende maior integração

Por Redação com Assessoria

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O governador Renan Filho (MDB), candidato à reeleição, participou na manhã desta terça-feira (4) de uma sabatina com o setor produtivo. O evento foi promovida pelas Federações da Indústria (Fiea), do Comércio (Fecomércio) e da Agricultura (Faeal).

Renan Filho reafirmou seu compromisso com o setor produtivo alagoano e disse que essa integração é fundamental para intensificar o desenvolvimento do Estado, lembrando que, apesar da crise econômica brasileira, Alagoas elevou seu Produto Interno Bruto (PIB) em 2.92%, quase o triplo da média nacional, em 2017.

O governador afirmou que o Estado estará ainda mais preparada para seguir avançando, quando o país retomar o crescimento econômico, já que, mesmo nesse cenário nacional, conseguiu manter as contas em dia e a elevou em mais de 500% dos investimentos feitos com recursos próprios.

“O Governo de Alagoas investiu em 2018 cerca de R$ 680 milhões em recursos próprios nas diversas áreas, mais do que a gestão anterior investiu em 8 anos. Honraremos nossas contas, os nossos investimentos e vamos concluir as obras que estão sendo tocadas. Estamos buscando modernizar Alagoas para colocá-la na vanguarda”, disse

Ele ressaltou que é importante que o alagoano observe as agendas das candidaturas ao Governo do Estado e criticou propostas de criação de novas secretarias repletas de cargos comissionados.

“Certamente isso não resolve mais. O que resolve é justamente o contrário: é colocar para funcionar o que existe e fazer as políticas públicas chegarem a todos os lugares. Elas não chegarão pelo agigantamento do Estado, mais sim pela capacidade de dar respostas aos nossos problemas. As soluções fáceis do passado levaram esse Estado a ter uma baixíssima capacidade de investimentos e por, consequência, baixíssima capacidade de resgatar o nosso passivo histórico”, observou Renan Filho.

Ele recordou que muitas demandas apresentadas pelo setor produtivo alagoano há quatro anos foram atendidas, como a desburocratização do Estado, a melhoria da lei de incentivos fiscais e os investimentos em todas as áreas.

Para o próximo mandato, Renan Filho disse que deseja continuar a estimular a iniciativa privada, fazer mais investimentos e reduzir a carga tributária, como já vem sendo feito.

“Hoje, a nossa lei para o setor atacadista é a que cobra menos imposto no Brasil. O nosso segmento atacadista foi o que mais cresceu no país. Nós desoneramos, ainda, a cadeia produtiva do frango, da cerâmica vermelha, do leite, da carne e criamos a melhor lei de incentivos a centros de distribuição em Alagoas. Esse foi um compromisso meu com a Federação das Indústrias, da Agricultura e do Comércio”, recordou.

O governador explicou, ainda, que, ao invés de elevar o ICMS de 17 para 18%, como fizeram os demais Estados, Alagoas fortaleceu o Fundo de Erradicação e Combate à Pobreza (FECOEP).

“Eu não quis aumentar o ICMS porque, ao aumentá-lo, os recursos vão para o bolo geral: paga folha, vira custeio de secretaria, se transforma em combustível para carro. Por que botamos os recursos no FECOEP? Porque lá, eles se transformam em investimentos. Eles estão se transformando no Programa do Leite, na rede Acolhe Alagoas para dependentes químicos de famílias pobres; está se transformando no maior conjunto de obras em saúde pública e isso aumentou a capacidade de investimento do Estado” explicou.

Sabatina

Renan Filho também foi sabatinado durante o encontro realizado na Casa da Indústria. Sobre o Programa do Leite, que sofreu descontinuidade em Alagoas por parte do Governo Federal, o candidato garantiu que vai mantê-lo, como já vem fazendo.

“O Programa do Leite quando foi criado, lá atrás, o Governo Federal se comprometia com 80% dos recursos e, a gente, com 20%. Em nosso governo, tive de arcar com até 70%. O Ministério da Agricultura é comandado por partido político que tem alagoano com muita força, mas nessa hora ele se esconde. Meu compromisso é manter o Programa do Leite, o que, aliás, já tenho feito, e ampliar a demanda pelo cooperativismo, estimulando a abertura de indústrias e ampliando a demanda local para equilibrar a produção e o consumo doméstico”, enfatizou.

Questionado sobre os matadouros, Renan Filho informou que o Governo de Alagoas já possui em execução o Plano de Regionalização de Abatedouros e que o Estado vai assumir a responsabilidade em criar as condições operacionais. O Matadouro de Viçosa, por exemplo, está com 96% da obra concluída.

Segundo ele, o modelo de operação adotado será por meio de parceria público-privada (PPP). “O Estado não deve operar matadouros. Vamos operá-lo fazendo uma concessão. Além disso, nós estamos lutando para, até o final do ano, garantir investimentos nos matadouros de Delmiro Gouveia, temos outro funcionando em Campo Alegre, em Igreja Nova e um outro quase pronto em Murici. Precisamos levar, ainda, um abatedouro ao Sertão, à cidade de Santana de Ipanema”, citou Renan Filho.

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