domingo, 18 de novembro de 2018

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Ifal Palmeira dos Índios celebra seus 25 anos em grande estilo

Por Redação com Assessoria de Comunicação IFAL Campus Palmeira dos Índios

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Há 25 anos, mais precisamente no dia 02 de agosto de 1993, chegavam os primeiros servidores àquela que na época era chamada de Escola Técnica Federal de Alagoas (ETFAL). Palmeira dos índios passara a ganhar um centro de educação que beneficiaria não apenas os jovens do município, mas toda a comunidade, através da oferta dos cursos técnicos em Edificações e Eletrotécnica.

Os anos avançaram e a oferta de cursos passou a ser maior. De ETFAL, chegou a ser denominada como Centro Federal de Educação Tecnológica de Alagoas (CEFET-AL). Até que em 2008, através da Lei nº 11.892/08, foram criados os Institutos Federais. Atualmente, fazem parte da grade de cursos da instituição os técnicos integrados em Eletrotécnica, Edificações e Informática; o subsequente em Segurança do Trabalho; os superiores em Engenharia Elétrica, Engenharia Civil e Sistemas Elétricos, além dos cursos a distância (EaD).

Por todos esses fatores que a data não poderia passar em branco, por isso foi montada uma programação festiva como forma de homenagear quem fez e faz parte da instituição, além de reviver momentos marcantes no campus. Para dar início, a banda Filarmônica Municipal de Palmeira dos Índios esteve presente para solenidade de hasteamento e descerramento das bandeiras (do instituto, municipal e nacional).

Durante o dia 03 de agosto, autoridades, servidores e aposentados participaram de uma sessão solene em alusão aos 25 anos. Segundo o reitor do Instituto Federal de Alagoas (Ifal), Sérgio Teixeira, o campus Palmeira dos Índios, representa uma referência nacional através dos trabalhos relevantes que vem fazendo, seja no ensino, na pesquisa ou na extensão. “Estou há 34 anos na instituição, então acompanhei todas as fases pelas quais esse campus passou. Hoje ele é reconhecido nacionalmente na rede federal de ensino e é motivo de orgulho estarmos festejando esse campus que ousou e, atualmente, conta com dois cursos de Engenharia”, diz.

De acordo com a diretora-geral, Ana Quitéria Menezes, foi a partir deste espaço que houve o início do processo de interiorização do ensino técnico profissionalizante. “Este era o sinal de que o futuro seria promissor, como de fato foi”, ressalta. Para ela, que está há 24 anos no instituto, os obstáculos inerentes ao cargo são naturais, como em qualquer profissão: “estar à frente da direção nesses 25 anos é algo gratificante. Os obstáculos não são nada diante de todo o sucesso que podemos testemunhar de servidores e alunos, que passaram e passam por aqui”.

Carlos Guedes, pró-reitor de Desenvolvimento Institucional, foi coordenador de Engenharia Elétrica no campus e também diretor-geral. Segundo ele, em sua trajetória profissional, seu sonho sempre foi o de colaborar com o Instituto. “O maior sonho, sem dúvidas, era o de ajudar pessoas que precisavam de uma escola pública de qualidade. O que mais marca é a transformação ocorrida, não só de espaço físico, com uma estrutura de laboratórios, sala de aula e parte técnico-administrativa, mas a diferença que esse campus fez na vida das pessoas”, expõe o pró-reitor.

Representatividade

Nestes 25 anos do Ifal Palmeira dos Índios, carinhosamente conhecido por “Ifal Pín”, todo o caminho de sucesso não teria sido possível, não fosse graças a um tripé. Desta vez, não estamos falando de ensino, pesquisa e extensão, mas de quem persevera para que a instituição continue em ascensão. São os técnicos administrativos, professores e, é claro, os alunos.

Quem não conhece o simpático “Seu Manoel”? Coordenador de Almoxarifado, sua história no campus coincide com a data de aniversário. Há exatos 25 anos, Manoel Alves chegava com o grupo de primeiros servidores. Sua primeira lotação foi a Biblioteca. O curioso é que apesar de ser um lugar para empréstimo de livros, só havia prateleiras vazias.

“Tive a ideia de pegar meus livros e emprestar à escola com o intuito de poder colaborar com os alunos e com a própria instituição. Depois houve a compra de livros e então pude retornar com os meus para minha residência”. Convidado para representar os servidores na mesa de solenidade do evento, ele disse não esperar: “Fiquei honrado. Falei com Ana sobre esse convite e disse que existiam outras pessoas com mais competência. Fiquei muito feliz, em consequência desse passado que tenho aqui e pelo reconhecimento enquanto profissional”.

Thayná Tenório, do 4º ano de Eletrotécnica, foi a discente representante dos alunos durante o evento. Engajada com as causas voltadas à Assistência Estudantil, ela afirma que o Ifal trouxe oportunidades em diversas áreas da pesquisa e extensão, também abrindo horizontes objetivando sempre o melhor no seu processo de aprendizagem.

“É uma honra estar aqui. O instituto me ajuda nessa caminhada. Aqui sou representante de turma e também do Agreste no Fórum Permanente de Assistência Estudantil (Forpae). Espero passar em uma boa universidade. Estou mirando na USP para o curso de Relações Internacionais, porque é algo que me interesso muito”, justifica.

Foi no Ifal Palmeira, inclusive, que a professora Benícia Pereira, única a estar no quadro de docentes, desde o 02 de agosto de 1993, conseguiu progredir em sua carreira. “Foi aqui que pude fazer minha especialização, meu mestrado e doutorado. Muitas oportunidades foram abertas para mim, através do Ifal. Como pessoa, aprendi muito e sei que contribui para o crescimento dos alunos”.

O campus não faz apenas parte da vida da docente, mas também dos seus quatro filhos. Todos foram alunos da casa. “A importância do Instituto para mim é ímpar. Não tenho como expressar. Vim para cá em 1987, quando passei em um concurso do estado e, em 1993, graças ao professor, Alberto Sextafeira, pude concorrer no primeiro concurso para docente da ETFAL e por isso estou aqui até hoje”, conta Benícia.

Presenças

Estiveram na mesa da solenidade dos 25 anos do campus: o reitor do Ifal, Sérgio Teixeira; o pró-reitor de Desenvolvimento Institucional, Carlos Guedes Lacerda; a diretora-geral do campus, Ana Quitéria Menezes; o servidor, Manoel Alves; a aluna, Thayná Tenório; e o prefeito de Palmeira dos Índios, Júlio Cézar. As atrações musicais ficaram por conta da Orquestra HD E do Coral do Ifal de Murici. Além disso, os presentes puderam participar de uma palestra motivacional com o coach, Pedro Paulo Luz.

O momento também foi de homenagear servidores do quadro funcional, como também os inativos. Além disso, a professora Ana Quitéria lembrou nomes de servidores falecidos, numa homenagem póstuma, como: Raquel de Freitas, Carlos Cavalcanti, Márcia Ferro, Valter Calheiros, Jorge Sctuze, entre outros.

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