sexta-feira, 21 de setembro de 2018

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SMS de Palmeira desmente surto de leishmaniose

Por Redação com Assessoria de Comunicação

A Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio do setor de Vigilância Epidemiológica da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), comunica à população que a notícia que circula em redes sociais, acerca de um surto de leishmaniose no município, não procede.

A Leishmaniose Visceral ou Tegumentar, conhecida como Calazar, é uma doença crônica, causada por um protozoário do gênero Leishmania chagasi, transmitida pelo mosquito flebótomo, conhecido como mosquito palha, que atinge animais, especialmente cães e raposas, e secundariamente o homem. A atividade do vetor se dá geralmente no período noturno.

A equipe de Endemias dispõe da realização de testes rápidos e sorologia em cães de áreas endêmicas, caso  apresentem sinais do Calazar, ou então por denúncias de algum residente. Geralmente os testes são feitos em animais que vivam ou perambulam em áreas que já apresentaram algum caso de leishmaniose humana.

O setor de Vigilância Epidemiológica ressalta que o fato de um cachorro ter sintoma de alguma doença não significa que seja Calazar, ou então que alguém possa contrair a doença.  “Se aparece um cachorro com sintomas da alguma doença, é colhido material para testes rápidos e exame de sorologia. Palmeira dos Índios é uma área endêmica sim, mas não estamos em surto. Essa informação não procede, e pedimos à população que não dissemine notícias desse tipo. O setor de Endemias está à disposição para tirar dúvidas e orientar à população no que for preciso”, ressaltou Myria Sá, coordenadora da Vigilância Epidemiológica em Palmeira.

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