domingo, 21 de outubro de 2018

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Obras nas escolas da rede municipal de ensino público avançam, em Palmeira dos Índios

Por Redação com Assessoria de Comunicação

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Administrar uma cidade não á tarefa fácil para um gestor. E quando o município é cheio de problemas, com salários atrasados, escolas em condições físicas inviáveis para o ensino, frota de veículos sucateados e profissionais desmotivados, a situação é ainda mais agravante. E foi este o cenário de horror que o prefeito Júlio Cezar encontrou na rede municipal de ensino público, ao assumir a Prefeitura de Palmeira dos Índios, em 2017. Em um ano difícil, quando o país atravessou e, ainda atravessa, uma enorme crise financeira, o trabalho do Governo Municipal quase ficou inviabilizado. Quase. Com muita força de vontade, gestão e criatividade Palmeira dos Índios, aos poucos, tem saído do caos em que se encontrava.

E os números apontam para um otimismo crescente, quando o assunto está relacionado à rede de ensino público do município. Para começar, os números de matrículas realizadas pela Semede aumentaram 4.3%, em 2017, com relação ao ano de 2016, mesmo com a precariedade das escolas: espaços destruídos, tetos prestes a desabar sobre as cabeças de alunos e professores, mobílias velhas, entre outros pontos. Mas com o Programa Melhorias nas Escolas Municipais, muitas unidades escolares já passam por reformas e reparos.

As escolas Douglas Apratto Tenório, Marinete Neves, Centro de Educação Infantil Leobino Soares da Mota, Centro de Educação Infantil Benedito José Soares, Mary Sampaio Caparica, CEI José Delfim da Mota Branco, Célia Margarida, Ludugero Amâncio, Belarmino Teixeira, Anexo da Escola Elza Barbosa, Escola Luiz B. Torres, Extensão da Escola Nadir de Castro, Escola José Ferreira – Lages do Caldeirão, José Sampaio e Hilton Muniz de Almeida foram contempladas, nas zonas urbana e rural, com a primeira etapa do Programa. A obra da escola Douglas Apratto já foi inaugurada e, em breve, outras serão concluídas.

Além das escolas inseridas no Programa, a primeira unidade escolar a ser construída no Governo do Povo foi a Sidraque Nonato de Almeida, na comunidade Boa Sorte. A reforma da escola estava parada desde maio de 2016 e sequer as paredes foram erguidas. Com isso, o número de alunos matriculados caiu de 620 para 292, pois os que restaram tiveram que serem submetidos a aulas em locais inadequados, como bar, casa de farinha e até embaixo de árvores. “Estamos usando escolas nucleadas e descentralizadas até a inauguração da Sidraque, e de outras escolas que também passam por reformas. Mantemos o nosso compromisso e respeito com alunos e servidores da nossa rede e todos os locais que agora são utilizados são temporários, até que os definitivos seja devolvidos à população”, explicou a secretária da Semede Alcineide Nascimento.

Mas o Governo Júlio Cezar construiu uma nova escola no local, a primeira obra da gestão, e preservou o antigo nome da unidade, fundada em 1972.  “Os alunos e funcionários da Sidraque Nonato merecem respeito. Não poderíamos admitir mais aquela situação e fomos buscar os recursos para construir a escola. Para isso, foram muitas idas e vindas a Brasília e contamos sempre com a ajuda do senador Benedito de Lira, do ministro Marx Beltrão e o deputado federal Artur Lira nos ajudaram a resgatar os recursos, junto ao FNDE, para iniciarmos as obras”, disse o prefeito.

E continuou. “Em poucos dias, entregaremos uma escola nova, moderna e bonita, digna de respeito à comunidade de Boa Sorte. Sempre digo que o que transforma as pessoas é a educação e isso é prioridade no nosso governo. Falta muita coisa a ser colocada em ordem, muita coisa ainda para ser feita, mas damos um passo a cada dia e vamos segundo em frente”, afirmou o prefeito Júlio Cezar.

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