sexta-feira, 16 de novembro de 2018

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Prefeitura prepara dia especial para mulheres em comemoração ao 8 de março

Por Redação com Assessoria de Comunicação

Em comemoração ao 8 de março, Dia Internacional da Mulher, a Prefeitura de Palmeira dos Índios, por meio das secretarias de Saúde, Educação, e Assistência Social, organiza um evento que tem como tema: “Mulheres: Lutas e Conquistas”. A prefeitura espera reunir um grande público de mulheres na Praça do Skate, que em breve terá a programação oficial anunciada.

Em parceria também com as secretarias de Cultura, Desenvolvimento e Turismo, Captação de Recursos e Meio Ambiente, o evento tem objetivo trazer uma reflexão sobre o papel da mulher na sociedade e sua autoestima. “Queremos mostrar às mulheres a importância de uma autoestima elevada. Oferecer um dia agradável e mostrar o quanto são especiais. Elas serão capazes de reconhecer o seu valor de forma realista e positiva”, adiantou a secretária de Saúde Katia Born.

A criação do Dia Internacional da Mulher dá-se no início do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, ao operariado.

O início das comemorações

O primeiro Dia Nacional da Mulher foi celebrado em 28 de fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória de uma greve, realizada no ano anterior, que mobilizou as operárias na indústria do vestuário de Nova York contra as más condições de trabalho.

Em 1910, ocorreu a primeira conferência internacional de mulheres, em Copenhaga, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada a proposta, apresentada pela socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um Dia Internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada. No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.

Poucos dias depois, em 25 de março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaist mataria 146 trabalhadores – a maioria costureiras. O número elevado de mortes foi atribuído às más condições de segurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001.

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