quarta-feira, 21 de novembro de 2018

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IPC de Maceió apresenta variação de 0,65% no mês de janeiro

Por Redação com Agência Alagoas
Grupos de Educação (6,44%) e o de Alimentação e Bebidas (0,54%) apresentaram os maiores destaques. Adailson Calheiros

Grupos de Educação (6,44%) e o de Alimentação e Bebidas (0,54%) apresentaram os maiores destaques. Adailson Calheiros

A Secretaria de Estado do Planejamento, Gestão e Patrimônio (Seplag) divulgou, nesta segunda-feira (19), o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) de Maceió referente ao mês de janeiro. De acordo com a Superintendência de Produção da Informação e do Conhecimento (Sinc), no período citado, houve uma variação de 0,65%.

Segundo o supervisor de pesquisas da Seplag, Gilvan Sinésio, os grupos que mais contribuíram para a variação apresentada no levantamento foram os de Educação (6,44%) e o de Alimentação e Bebidas (0,54%).

“Como estamos no início do ano, o grupo de Educação apresentou uma variação maior por conta do aumento dos preços nas mensalidades das creches e das instituições de ensino. Já o destaque do grupo de Alimentação e Bebidas se deu por conta da elevação dos preços do subgrupo de tubérculos, raízes e legumes, que variou 16,05%”, explica.

 

Ainda de acordo com a pesquisa, os demais grupos obtiveram as seguintes variações: Habitação (0,18%), Artigos de Residência (0,01%), Vestuário (- 0,27%), Transportes (0,24%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,52%), Despesas Pessoais (1,43%), e Comunicação (-0,31%).

 

Cesta Básica

 

Outro fator importante para o maceioense e que recebe destaque no Índice é a questão da cesta básica alimentar. Segundo Gilvan Sinésio, no mês de janeiro, o produto comprometeu 34,60% do salário mínimo dos cidadãos e cresceu 2,44% em relação ao mês de dezembro.

 

“Nesse mês, a cesta obteve um custo de R$ 330,11 e o tomate foi o produto que mais se destacou no grupo, com uma variação de 31,30%. Esse resultado se deve às diversidades climáticas ocorridas em dezembro, que comprometeram a qualidade do produto, prejudicando sua maturação, consumo e, por tabela, influenciando para o aumento de seu preço. Depois dele, os produtos que mais variaram foram o leite (2,49%) e o açúcar (-2,40%)”, aponta o pesquisador.

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