quarta-feira, 19 de setembro de 2018

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Caso Giovanna Tenório: jurados absolvem Mirella Granconato da morte de universitária

Por Redação com TJ AL
Mirella Granconato negou participação no crime e se emocionou durante interrogatório. Foto: Caio Loureiro

Mirella Granconato negou participação no crime e se emocionou durante interrogatório. Foto: Caio Loureiro

O Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri de Maceió absolveu Mirella Granconato Ricciardi do crime de homicídio praticado contra a estudante Giovanna Tenório, em 2011. A ré, no entanto, acabou condenada pela ocultação do cadáver da universitária. Como a pena foi inferior a quatro anos, deverá responder em liberdade prestando serviços à comunidade. A acusada também terá que pagar indenização de R$ 20 mil à família da vítima.

O promotor de Justiça Antônio Villas Boas disse, no final do julgamento, nessa quarta-feira (11), que irá recorrer. Segundo ele, a decisão dos jurados foi “incongruente e manifestamente contrária às provas dos autos”.

O julgamento de Mirella Granconato ocorreu no Fórum da Capital e foi conduzido pelo juiz John Silas da Silva, titular da 8ª Vara Criminal de Maceió.

Interrogatório

De acordo com o Ministério Público, Mirella mandou matar Giovanna por ciúmes, pelo fato de a vítima ter mantido um relacionamento com o ex-marido da acusada, Antônio de Pádua Bandeira. A ré, no entanto, negou envolvimento no assassinato.

Afirmou desconhecer o caminhoneiro condenado como autor material do homicídio, Luiz Alberto Bernardino da Silva, mas admitiu ter feito ameaças e trocado agressões físicas com Giovanna em um incidente na boate Le Hotel. “Tive algumas desavenças com ela. Ela sempre ligava pra ele e era algo que incomodava”, disse.

O Conselho de Sentença do 2º Tribunal do Júri de Maceió absolveu Mirella Granconato Ricciardi do crime de homicídio praticado contra a estudante Giovanna Tenório, em 2011. A ré, no entanto, acabou condenada pela ocultação do cadáver da universitária. Como a pena foi inferior a quatro anos, deverá responder em liberdade prestando serviços à comunidade. A acusada também terá que pagar indenização de R$ 20 mil à família da vítima.

O promotor de Justiça Antônio Villas Boas disse, no final do julgamento, nessa quarta-feira (11), que irá recorrer. Segundo ele, a decisão dos jurados foi “incongruente e manifestamente contrária às provas dos autos”.

O julgamento de Mirella Granconato ocorreu no Fórum da Capital e foi conduzido pelo juiz John Silas da Silva, titular da 8ª Vara Criminal de Maceió.

Interrogatório

De acordo com o Ministério Público, Mirella mandou matar Giovanna por ciúmes, pelo fato de a vítima ter mantido um relacionamento com o ex-marido da acusada, Antônio de Pádua Bandeira. A ré, no entanto, negou envolvimento no assassinato.

Afirmou desconhecer o caminhoneiro condenado como autor material do homicídio, Luiz Alberto Bernardino da Silva, mas admitiu ter feito ameaças e trocado agressões físicas com Giovanna em um incidente na boate Le Hotel. “Tive algumas desavenças com ela. Ela sempre ligava pra ele e era algo que incomodava”, disse.

O crime

A vítima foi sequestrada, em junho de 2011, após sair de uma unidade do Centro Universitário Cesmac, no bairro do Farol, na Capital. Seu corpo foi encontrado dias depois, em um canavial entre as cidades de Rio Largo e Messias.

Matéria referente ao processo nº 0500357-06.2011.8.02.0001

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