quinta-feira, 15 de novembro de 2018

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Um tricentenário religioso

 Como se sabe, o tempo passa e não volta mais. Já passamos do mês em que começa a primavera. Precisamente no dia 22 de setembro teve início a bela estação do ano. Os poetas, os românticos são incentivados a louvar essa etapa do ano.

 E outubro chegou. Dentro ainda da primavera, o povo católico do Brasil já se vem preparando para celebrar o encontro da imagem de Nossa Senhora da Conceição nas águas do Rio Paraíba, em São Paulo. Tal encontro aconteceu no ano de 1717.

É interessante lembrar que em 1930, o Papa Pio XI proclamou Nossa Senhora da Conceição Aparecida como padroeira principal do Brasil. Por sua vez, ofereceu um rosa de ouro ao santuário da Aparecida. Mister se faz lembrar de João Paulo II (hoje São Paulo II) celebrou no santuário da Aparecida, quando pediu à padroeira principal do Brasil abençoasse o Brasil. Isso ocorreu já na nova basílica.

 Também Bento XVI esteve na referida basílica e dentre várias palavras, destaquei  apenas estas: “Vamos pedir à Mãe de Deus, Nossa Senhora da Conceição Aparecida, que zele pela vida de todos os cristãos”.

 O Papa Francisco também esteve no santuário da Aparecida. Lá celebrou um missa e fez referência especial à devoção que o povo cristão católico tem à Mãe de Deus, com o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida. Além disso, manifestou desejo de estar presente às celebrações por ocasião do tricentenário do encontro da imagem da Mãe de Deus, sob o título de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, ou simplesmente Nossa Senhora Aparecida.

Não se sabe, porém, se ele virá ou não. Ainda que não possa vir, temos certeza que ele não vai esquecer essa data pertencente ao calendário do Brasil. Consequentemente, enviará um representante para, pelo menos, celebrar uma missa de ação de graças.

 Após rápidas referências de Papas que apresentaram seu contentamento e suas visitas, ante a devoção que se tem a Virgem Maria, vamos lembrar algo do início do apreço que se dá a Nossa Senhora da Conceição Aparecida.

No longínquo ano de 1717, o então governador das províncias de São Paulo e Minas Gerais ia passar pela vila de Guaratinguetá. A fim de se oferecer ao governador lauto banquete, foram convidados vários pescadores para levarem peixes.

 Três pescadores saíram numa canoa através do rio Paraíba, a fim de fazer um pesca para enriquecer o banquete. Eis o nome dos pescadores: Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves. Por varias vezes lançaram as redes, mas nada encontraram.

Já estavam remando de volta, quando um deles lançou a rede como espécie de despedida. Eis que sentiu um peso na rede, como se fora algum peixe. Vem nela uma pequena imagem sem cabeça. Religiosos que eram e, mais adiante, a rede colheu a cabeça da imagem.

A verdade é que pensaram mais ou menos assim: Quem sabe se encontraremos algum peixe por aqui? Eis que houve pesca abundante. Felipe Pedroso ficou com a imagem. Construiu-se depois uma capela que ficou pequena e, em síntese, lembramos que outras construções foram feitas e se tornaram pequenas. Hoje há uma ciclópica basílica que recebe peregrinações do Brasil e de vários países.

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