sexta-feira, 23 de agosto de 2019

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Prefeitos alagoanos visitam experiência na destinação correta do lixo em São Luís do Maranhão

Por Redação com Assessoria

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Uma comitiva de prefeitos de várias regiões de Alagoas estão desde terça-feira (22) visitando o aterro sanitário da cidade de São Luiz do Maranhã, administrado pela empresa URCD. Os investimentos que foram realizados naquele estado para resolver a destinação dos resíduos produzidos pelas cidades.

O objetivo é colher conhecimento e implantar em suas cidades como por exemplo coleta seletiva de lixo, que realizado em toda cidades através de ecopontos, que são locais instalados pelas prefeituras para receber o lixo doméstico, que geralmente são jogados nas praças, terrenos vazios e ruas.

Os eco pontos são locais instalados para receber esse tipo de lixo, onde tudo é separado de acordo com sua categoria: plásticos, vidros, madeira, eletrodomésticos e muito mais. Os prefeitos visitaram também estações de transbordo que recebem os resíduos das cidades da região metropolitana de São Luís.

O lixo deixando nas estações de transbordo é recolhido e levado para o aterro sanitário do município de Rosário, localizado a 26 quilômetros da capital do Maranhão. Com isso as prefeituras economizam no transporte participando de forma cooperativada. As estações de transbordo, segundo o presidente do Consórcio de Resíduos Sólidos do Agreste (Conagreste), o prefeito de Craíbas, Ediel Leite, será a solução de vários municípios que ficam distante da Central de Tratamento de Resíduos (CTR) localizada em sua cidade. O prefeito de Palmeira dos Índios, Júlio César, que também integra a comitiva disse que a instalação das estações de transbordo será a grande solução para os municípios localizado na região metropolitana de sua cidade.

Exemplo

A experiência do aterro sanitário da cidade de São Luiz do Maranhão é um exemplo no Brasil, e por isso é visitado por gestores públicos o ano todo, que vão até lá colher informações para implantar em suas cidades. A cidade foi uma das primeiras no Nordeste a ter o aterro sanitários funcionando dentro de todos os padrões ambientais exigidos.

A comitiva de prefeitos alagoanos é formada por representantes do Consórcio de Resíduos Sólidos do Agreste (Conagreste), que tem o prefeito de Craíbas, Ediel Leite como presidente e o presidente do Consórcio da Região Norte (Conorte) David Pedrosa, além dos prefeitos de Coité do Nóia, José de Sena Netto e de Igaci, Oliveiro Torres Piancó.

o grande desafio dos prefeitos é encerrar os lixões de suas cidades, fazendo cumprir assim o decreto presidencial 12.305/10. A lei federal deu ainda uma prazo de quatro anos (2010-2014) para os prefeitos buscarem recursos e soluções para encerramento dos lixões e soluções para a destinação correta dos resíduos. Entretanto, orientados por lideranças municipalistas foi investido na pressão política para prorrogar o cometimento do crime ambiental.

Essa herança maldita deixada pelos ex-gestores por orientação das lideranças municipalista, agora transformou numa batata quente nas mãos dos atuais prefeitos, que estão na iminência de ser notificados e enquadrados na legislação mais rigorosa que existe no Brasil, que são a leis ambientais que prevê prisão sem direito a fiança, indisponibilidade do patrimônio pessoal do prefeito e até cassação do mandato.

A solução corretamente encontrada é a formação de consórcio e divisão dos custos com o transporte resíduos para as Centrais de Tratamento de Resíduos que já funcionam em Alagoas com todas as licenças ambientais. Hoje tem em Alagoas quatro lugares credenciados para receber os resíduos: CTR do Pilar, CTR do Agreste, Aterro Sanitário de Maceió e Aterro Sanitário administrado pelo Cigres.

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