sábado, 17 de novembro de 2018

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Alunos vão receber orientações da Sesau para combater o Aedes aegypti

Por Redação com Agência Alagoas
Alunos da Uncisal vão conhecer as principais características e evolução do Aedes aegypti(Fotos: Carla Cleto)

Alunos da Uncisal vão conhecer as principais características e evolução do Aedes aegypti(Fotos: Carla Cleto)

Em continuidade ao trabalho de conscientização e prevenção ao mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) promoverá uma palestra para 153 acadêmicos da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal). A ação vai ocorrer neste sábado (5), a partir das 8h30, no auditório do Hospital Portugal Ramalho, no bairro Farol, em Maceió.

Os alunos irão conhecer as principais características e evolução do Aedes aegypti, além dos fatores demográficos e ambientais que contribuem para sua reprodução. Também será destacada como acontece a transmissão da dengue, zika e chikungunya e qual deve ser a melhor maneira de eliminar os focos do mosquito e, consequentemente, prevenir as doenças causadas por ele.

“É muito importante que os estudantes sejam orientados na comunidade acadêmica. Assim, avançaremos contra este mosquito, que possui hábitos domésticos. O seu ciclo de vida é muito rápido e, por isso, é preciso ter cuidado. Caso contrário, a transmissão de doenças a ele relacionadas pode piorar”, destacou o supervisor de Endemias da Sesau, Paulo Protásio.

Após a palestra será agendada uma data para que os alunos realizem visitas domiciliares no bairro Trapiche da Barra em busca de reservatórios susceptíveis à procriação do mosquito. Nas residências eles irão eliminar os criadouros, por meio de controle mecânico, tratamento químico, quando indicado, distribuição de material informativo e divulgação do aplicativo ‘Juntos pela Saúde’.

“O trabalho de campo terá o objetivo de conscientizar a população sobre a necessidade de combater o Aedes, pois ele está causando muitos transtornos à saúde da população alagoana. Vamos entrar nas casas, combater os focos do mosquito com o uso de larvicida e conscientizar os moradores sobre a necessidade de combater o vetor, não deixando que ele nasça”, ressaltou Paulo Protásio.

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